2008 - Camboja, Vietnã e Laos

Comer, comer

Depois da pergunta “Você comeu cachorro?”, sempre vem outra: “E insetos?”

Não, também não comi grilos, nem escorpiões, nem nada do gênero. É certo que essas iguarias são encontráveis no interior dos países, mas nas maiores cidades não são assim tão comuns (pelo menos não nas regiões turísticas). Os pratos por lá são bem mais amenos do que pensamos. Arroz e noodles (macarrão estilo Miojo) estão por toda parte, assim como a pimenta. Peixes e camarões também. Mas quem não quiser nada disso também vai encontrar facilmente pizzas, massas, pratos internacionais e tudo o que for necessário para deixar a viagem longe do plano gastronômico. Apenas a pimenta vai estar presente mesmo naquele simples talharim ao sugo - e isso é um exemplo real.

Entre todas as culinárias provadas, sem dúvida a que mais agradou foi a cambojana. As outras não desceram muito bem, apesar de serem bem mais famosas. Sugestão para degustar o melhor do melhor: restaurante Traditional Khmer Food (The Alley, sem número, Siem Reap). Peça o khmer amok, o prato nacional do Camboja (peixe ou frango, leite de coco, capim-limão e chili servido em uma folha de bananeira) e agradeça a Buda pela oportunidade. Um khmer amok junto com um khmer curry, acompanhados de uma Sprite, custaram nada mais do que US$ 8.10, incluindo a gorjeta e uma conversa agradabilíssima com o garçom.