O Que Eu Fiz Nas Ferias

› 20 de julho de 2011

Mudamos

Esse blog não está mais aqui.

Agora está aqui.

Gabriel Quer Viajar

Se quiser entender os motivos da mudança, clique direto aqui.

Depois, atualize seu feed, seus favoritos e tudo mais. O destino agora é Gabriel Quer Viajar.

Obrigadíssimo pela audiência.

- Gabriel Prehn Britto
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› 18 de julho de 2011

Umas com tanto, outras com nada

(Introdução: semanas atrás, numa tweeting conversation entre Cláudia, Natalie, Carina, Patricia, CarmemMarcie, surgiu a ideia de listar os lugares que cada uma considerava “viu-tá-visto”. Aí a conversa evoluiu e elas dedidiram fazer também uma segunda lista, com cidades ou países para onde voltariam sempre. Como a idéia parecia boa, uma comentou aqui, outra comentou ali e, no fim, a notícia se espalhou e conquistou dezenas de adeptos. Diante disso, decidiu-se fazer uma blogagem coletiva.)

E aqui está a minha singela contribuição.

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• Lugar que não pretendo rever: Ho Chi Minh City (antiga Saigon) - Vietnã.

Ô, lugarzinho dos infernos.

Barulhento, confuso, sujo, poluído. E o pior dos piores: feio. Com exceção de alguns prédios herdados do tempo da Indochina, todos os outros são feios demais da conta.

Gabriel Prehn Britto

Gabriel Prehn Britto

Até dei uma chance para a cidade seguindo a orientação do guia que dizia que eu deveria ver o pôr do sol no último andar do Sheraton Saigon. Fui, paguei caro por umas bebidinhas e não achei nada de mais.

Gabriel Prehn Britto

Só recomendo (muito) Ho Chi Minh City para quem, como eu, é tarado por histórias de conflitos. Nenhum lugar no país tem lembranças tão ligadas à Guerra do Vietnã (chamada por lá de Guerra Americana).

Gabriel Prehn Britto

Foi na cidade que eu comprei um dos meus souvenires mais amados: uma lanterna original de um piloto americano na guerra.

Fora isso, evite.

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• Lugar que pretendo rever: Luang Prabang - Laos

Escrevi no Isotipo.Labs sobre a emoção que senti naquela pequena cidade laosiana.

Gabriel Prehn Britto

Mesmo com um calor de 500ºC à sombra, minha vontade era de ficar lá por muito mais tempo do que fiquei. Ainda hoje, é o primeiro lugar que penso quando me imagino vivendo por um tempo fora do Brasil de novo.

Gabriel Prehn Britto

Gabriel Prehn Britto

Gabriel Prehn Britto

Quero muito voltar para Luang Prabang. E aproveitar para conhecer melhor o Laos também.

Recomendo a qualquer pessoa que se emociona com coisas simples e pessoas felizes.

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Para ver as cidades preferidas e não-preferidas e todo o pessoal que está participando desta brincadeira, clique nos links abaixo.

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- Gabriel Prehn Britto
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Microsoft Wings

Tudo estava correndo perfeitamente bem. Cheguei no aeroporto sem correrias, fiz o check-in, aguardei um pouco e escutei o chamado para o embarque.

Entrei no avião e sentei na minha poltrona que ficava logo na primeira fila. Os outros passageiros continuaram entrando até que o embarque pareceu ter sido encerrado. Ninguém mais entrava, mas a porta continuava aberta. Foi assim por vários minutos, já estávamos atrasados naquele momento, até que veio a voz pelos alto-falantes. Era o comandante do voo.

Ele pediu desculpas pelo transtorno e explicou que precisaria colocar em ação um procedimento para tentar resolver um pequeno problema na aeronave. Era necessário desligar toda a energia do avião e aguardar 10 minutos antes de religar de novo.

Logo que ele acabou o pronunciamento, escutei aquele “pfiuuu!” de todos os equipamentos sendo apagados ao mesmo tempo. A luz, o ar-condicionado, as luzinhas de emergência, tudo. Ficamos às escuras e em silêncio.

Sem ter o que fazer, esperamos.

Dali a alguns minutos, as luzes começaram a piscar e a aeronave voltou a fazer o seu zumbido característico. A energia havia sido ligada. Agora era torcer para que o tal problema tivesse sido resolvido. Todos ficaram na expectativa para escutar a voz do comandante mais uma vez. Então ele veio.

Como a companhia era germânica, a primeira versão da explicação veio em alemão e eu obviamente não entendia nada:

“Das bier apfelstrudel eins zwei drei Schnapps guten morgen Kurfürstendamm straße Fußball Bundesliga Rummenigge Autobahn Blumenau…”

No meio de tantas palavras incompreensíveis, apareceram duas extremamente familiares: “Microsoft Windows”.

Arregalei os olhos. What the f…? Esperei a versão inglesa do pronunciamento, que veio logo em seguida.

Com toda a didática do mundo, o comandante explicou o ocorrido. Um dos computadores da cabine havia apresentado um problema que eles tentaram solucionar ali mesmo. Como não conseguiram, arriscaram uma alternativa bastante comum mundo afora. Nas palavras dele:

“Sabe quando seu computador com sistema operacional Microsoft Windows trava e você precisa desligar, esperar um pouco e ligar de novo para que ele funcione? Foi o que aconteceu. Felizmente tudo está bem agora esperamos que ele não trave de novo.”

World Economic Forum (CC BY-SA 2.0)

Se travou, o pessoal da TI alada conseguiu resolver a 10 mil metros de altitude, sem precisar fazer reboot. Mas, sinceramente, prefiro ignorar a informação. Já chega saber que eu voo nas mãos do Bill Gates.

- Gabriel Prehn Britto
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› 5 de junho de 2011

Pausa para um momento solene

Provavelmente influenciado por um fim de semana de pensamentos na vida, comecei a lembrar dos viajantes que, em algum momento, foram marcantes para mim e que me fizeram ter curiosidade pelo mundo. Resolvi dar uma paradinha em tudo e registrar seus nomes aqui.

Eles foram muitos, claro. Cada viajante me inspira um pouco (bem ou mal). Mas os quatro abaixo são os que eu identifico como os meus fundamentais.

• Walmor Prehn

Walmor Baptista Prehn

Impossível não querer viajar quando seu avô tem zilhões de quadros com fotos de lugares estranhos na sala - e cada quadro tem uma etiqueta indicando a data e o local da imagem. É demais para a cabeça de uma criança.

(Informação importante aos jovens: a foto acima não é Instagram. É velha mesmo.)

Ian Wright

Ian Wright - http://www.pilotguides.com

Amo esse cara. Os episódios de Planeta Solitário apresentados por ele sempre foram os melhores, porque o maluco encarava tudo que vinha pela frente. A forma como ele mostrava os lugares me deixou com vontade de ir a todos. Além disso, foi o Ian quem me apresentou a Mongólia, em um programa lá nos anos 90, um desejo viajante que tenho até hoje.

Justine Shapiro

Justine Shapiro - http://www.pilotguides.com

Sou muito fã dela. Justine tem um ar professoral e é séria nos seus programas. Ela mostra os lugares de uma forma, sei lá, “mais respeitosa”. Mesmo assim, consegue ser divertida nos momentos certos e sempre mostrou aspectos que podem não interessar à maioria, mas interessavam muito a mim.

Ricardo Freire

Hoteis.com - All Rights Reserved

Esse me influenciou de várias formas. Primeiro me mostrou que valia mais investir o meu dinheiro em viagem do que em qualquer outra coisa. Depois me deu orientações valiosíssimas sobre viagem (quase todas eu uso até hoje), me mostrando também algumas regras práticas fundamentais para quem quer meter a cara por aí sem se estressar. E, não satisfeito, me serviu de inspiração para trilhar meu caminho (?) pelo mundo do turismo profissional.

Bom, é isso. Voltemos à nossa programação normal.

- Gabriel Prehn Britto
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› 31 de maio de 2011

Direto de Bucareste, Rafael Britto

Finalmente o primeiro e único enviado especial deste blog arranjou um tempo para escrever para o primeiro e único destino para onde este blog já enviou alguém.

Bucareste, a capital do conde Drácula e da Romênia, foi dissecada em fotos e caminhadas em um fim de semana de primavera. Vamos aos relatos. As fotos são dele próprio.

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BUCARESTE, POR RAFAEL BRITTO

Não sei bem por onde começar a escrever sobre Bucareste, então vamos pela pergunta que mais escutei: “Eu voltaria para lá?”

Acho que não. Gostei bastante da cidade, mas me parece que uma vez é suficiente.

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Vale a pena ir? Penso que vale conhecer qualquer lugar ao menos uma vez, então aqui eu respondo “sim”. Mas não recomendo que seja o destino principal de uma viagem de férias. O ideal é colocar Bucareste como um destino a mais, junto com outros.

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Eu não sabia antes de ir para lá, mas Bucareste ja foi conhecida como “little Paris” (Nota do Editor: desconfio que toda capital europeia se autodenomina “blablablá Paris”), no inicio do século XX, mas a Segunda Guerra e dois terremotos destruíram muito da cidade, que hoje está repleta de obras de restauração para resgatar um pouco do charme de antigamente.

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

A arquitetura é muito rica, mas tem bastante coisa mal conservada. Uma das atrações principais é o Palácio do Parlamento (Palatul Parlamentului), simbolo da era comunista. É o segundo maior prédio do mundo em área, só perde para o Pentágono.

A visita guiada dentro dele dura pouco menos de uma hora e percorre apenas 4% do prédio. Vale a pena fazer a visita.

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

O prédio foi finalizado em 1984 e, para abrir espaço para a construção, cerca de 1/6 da população da cidade foi removida. A avenida em frente ao palacio foi construida com meio metro a mais de largura do que a Champs Elysées, em Paris.

Outra coisa que me chamou a atenção foi a fiação elétrica e de telecomunicações nas ruas. É uma bagunça total. Desconfio que não deve existir nenhum tipo de regulamentação, porque tem fio de todo lugar para todo lugar! De um prédio ao outro, do poste para o telhado, do poste direto para o apartamento, uma confusão geral.

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

A língua parece uma mistura de grego com italiano ao escutar, mas tem muita palavra que a gente consegue entender especialmente na escrita. Não é fácil encontrar pessoas que falem inglês na cidade. Quem for para lá pode esperar dificuldade de comunicação.

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Na “gastronomia”, é o lugar mais barato que eu fui, até agora, na Europa. Com 10€ dá pra comer muito bem em restaurantes, digamos, “normais”. Com uns 20€ dá pra esbanjar!

Como referência, o número 1 do McDonald’s custa 3,50€.

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So você gostou e se interessou por Bucareste, fique ligado na Dri Miller também. Ela andou por lá neste fim de semana e logo deve publicar outra visão.

Enquanto isso, veja as outras fotos que selecionei e o álbum completo. Se o Rafael não fosse meu irmão mais velho, eu diria que ele puxou de mim o olho bom para a fotografia.

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

Photo: Rafael Britto  - All rights reserved

- Gabriel Prehn Britto
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› 24 de maio de 2011

Desculpe o transtorno

Este blog ficará fechado até o dia 30 de maio de 2011.

Fui atrás do meu próprio exemplar do carimbo abaixo.

Colombia, by @peresin

Até lá, estarei atendendo parcialmente no @gabebritto.

Obrigado pela compreensão.

Volte sempre. Beijo.

- Gabriel Prehn Britto
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› 10 de maio de 2011

Pesquisota

Povo querido, por favor, diz aí: o que vocês lembram quando pensam nos países listados logo abaixo?

• Peru

• França

• Estados Unidos

• Índia

• Afeganistão

Agradeço imensamente a quem responder na caixa de comentários. É jogo rápido, pode listar só palavras-chave e pode fazer com quantos países e lembranças você quiser.

Fique à vontade. O blog é seu. Quer um cigarrinho?

Spyros Petrogiannis (CC BY-NC-ND 2.0)

- Gabriel Prehn Britto
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› 23 de abril de 2011

Fuck Yeah Passport Stamps!

Já fazia um tempo que eu tentava criar um Tumblr só com vistos e carimbos de passaportes.

Neste fim de semana, enfim, nasceu o Fuck Yeah Passport Stamps!

http://fuckyeahpassportstamps.tumblr.com/

Por enquanto só os meus estão lá. Mas estou louco para receber a sua contribuição, viu?

- Gabriel Prehn Britto
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› 3 de abril de 2011

Mi fotos, su wallpaper

Eu trabalho com um computador novo todos os dias.

Pelo menos essa a impressão que tenho, já que o papel de parede do meu desktop muda randomicamente toda vez que a máquina é ligada.

My desktop. Photo: Big Picture

My desktop. Photo: Big Picture

Até o momento, são 301 imagens que se revezam, todas retiradas do maravilhoso Big Picture. Tem fotos do mundo inteiro e até de mais longe: Afeganistão, Iraque, Índia, China, Haiti e fotos da Nasa, tiradas pelo telescópio Hubble.

Gosto tanto desta sensação que resolvi oferecer o mesmo para você.

Selecionei as minhas fotos que mais se prestavam para wallpaper e montei uma pasta no Flickr. É só chegar lá e copiar para o seu computador.

Photo: Gabriel Prehn Britto (Flickr)

Photo: Gabriel Prehn Britto (Flickr)

As imagens foram escolhidas por ter pouca informação e grandes espaços limpos, e o tamanho delas está de acordo com o meu monitor de notebook.

(Mas não espere nada tão lindo quanto o Big Picture, ok?)

Photo: Gabriel Prehn Britto (Flickr)

Até o momento, 8 países estão representados. Tomara quem em breve possa haver mais nações.

É isso. , sirva-se e volte sempre.

- Gabriel Prehn Britto
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› 14 de março de 2011

Uma nova viagem

Um dia a pessoa percebe que está na hora de tentar fazer outra coisa na vida.

Esse dia chegou para mim há 3 anos, enquanto eu estudava o Camboja, o Vietnã e o Laos.

Desde então eu venho caminhando em direção à tal “outra coisa” e agora dou um passo importante: me lanço oficialmente como produtor de conteúdo de viagens e aventuras (e o que mais vier, já que 15 anos como redator publicitário me deram cancha para escrever para qualquer público. Sério: qual-quer pú-bli-co).

Aqui está o meu site-currículo.

É pobre mas é meu

É um Tumblr simples e ainda está meio pelado, com pouco material de exemplo. Mas o importante é que está lá.

Sigo trabalhando em propaganda por período indefinido (afinal, eu realmente gosto de criar e ainda preciso de dinheiro). Mas agora com tempo e espaço para você que precisa de conteúdo produzido com carinho e amor.

Me escreve, bonitão.

- Gabriel Prehn Britto
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