O aiatolá e a rainha
(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)
Aos poucos as coisas vão se definindo na montagem da próxima viagem.
A época será mesmo em setembro ou outubro. Talvez eu arrisque colocar um fim de agosto para pegar o encerramento do ramadã (que em 2011 vai de 1º a 30 de agosto), mas isso ainda depende de valores de passagens e tal.

O mais importante foi a definição do destino-sobremesa que acompanhará o prato principal iraniano.
Mas antes de dizer qual é, vale lembrar de uma das Verdades Absolutas do Gabriel: toda viagem para países “exóticos” deve ser acompanhada de uma visita a alguma metrópole cosmopolita e moderna.
Assim, o docinho do fim da viagem será Londres.


Why?
- Londres é um antro de criatividade, modernice e coisas legais. É tudo que eu preciso (e recomendo a qualquer pessoa) ao menos uma vez por ano.

- O British Museum tem relíquias persas que complementarão a viagem com louvor. A principal delas: o Cilindro de Ciro. Imperdível.

- Existem voos diretos de Londres-Teerã-Londres, o que vai me fazer economizar escalas (and money).
- Minha mulher não conhece a capital inglesa e eu não lembro lhufas (estive lá há 12 anos).

Sem mencionar as relações históricas fortíssimas (e conturbadas) entre Irã e Inglaterra. Sim, os dois países parecem uma dupla que não se combina, mas só até você abrir o primeiro livro de História e ver que, como todos os povos europeus colonialistas dos séculos 18, 19 e início do 20, os ingleses exploraram os iranianos por muito tempo e foram fundamentais na formação política do país hoje.

Então foi batido o martelo. A próxima viagem será Irã e Londres. Necessariamente nesta ordem.





