Indonésia

› 21 de junho de 2011

Pongo

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Nunca vou me esquecer daquele dia. Era início de janeiro de 2001 e eu estava em Berlim. Fazia um frio da morte e o programa do roteiro era visitar o Zoologischer Garten Berlin, o zoológico da cidade.

Tudo ia bem. Um elefante aqui, um urso polar ali (não, o Knut não existia naquela época) até que entrei na área abrigada onde os macacos são colocados durante o inverno. Foi lá dentro que nos encontramos e eu me apaixonei à primeira vista.

O nome da minha paixão: orangotangos.

Marina & Enrique (CC BY-NC-ND 2.0)

Não sei exatamente o que me atraiu neles, mas adorei aqueles bichos e passei a desejar uma viagem onde eu pudesse ver aquela macacada toda em seu ambiente selvagem e natural.

Erwin Bolwidt (CC BY-NC-SA 2.0)

Se você quiser fazer isso também, mire seus dólares para a Indonésia e a Malásia, onde ficam Sumatra e Bornéu, as ilhas tropicais naturais dos orangotangos (na verdade, Bornéu é dividida entre os dois países e também com Brunei).

Sumatra and Borneo - LocationIndonesia.svg (CC BY-SA 3.0)

É possível entrar em contato com os bichinhos nos dois destinos. Mas antes de escolher qual você prefere, precisa decidir o tipo de viagem que quer.

Segundo o que pesquisei, o “orangoturismo” é mais desenvolvido na Malásia, que oferece mais infraestrutura para os viajantes. O lado ruim é que ela é mais cara e você pode cair na tentação de ver os orangotangos em um dos muitos centros de reabilitação da espécie no país. Dizem que ali os bichos não são realmente selvagens porque dependem dos humanos, apesar de viverem nas florestas.

Tim Parkinson (CC BY 2.0)

Já a Indonésia é o destino perfeito para quem tem mais espírito aventureiro, menos dinheiro e prefere encontrar os orangotangos em áreas realmente selvagens (apesar de existirem centros de reabilitação por lá também - bem caros, por sinal). E rolam boatos de que as paisagens em Sumatra são muito mais bonitas.

Jack Dyson (CC BY-NC-ND 2.0)

Enfim, o importante é embarcar logo para Jacarta ou Kuala Lampur. Os orangotangos estão em risco sério de extinção, por causa da destruição das florestas onde vivem. Se nada mudar, em breve, esse lindo macaco ruivo que já tentou fazer coisinha com a Julia Roberts vai virar lenda.

- Gabriel Prehn Britto
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› 28 de setembro de 2009

Pátrias gastronômicas

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Em homenagem aos Destemperados, um post sobre algo que descobri via @Kidids.

São imagens de uma campanha publicitária de algum produto que não consegui descobrir qual é, mas não importa. Aliás, nem precisa explicar. É só olhar e ter vontade de viajar - ou pelo menos vontade de ir para um restaurante de comidas típicas de cada um dos países abaixo.

Itália

Itália, a melhor bandeira de todas.

Brasil

Brasil: caipirinha, abacaxi e uma fruta estranha (é um abacate?).

China

China. Não me pergunte, não sei o que é esse bolinho.

França

França. Esse blue cheese tá forçado, mas c’est la vie.

Grécia

Grécia. Isso deve ser bom, hein?

Índia

“Que que esse hindu tá fazendo aqui?”

indonesia

Indonésia. Arroz e pimenta, super-sofisticado.

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Japão. Isso é carne de baleia?

Libano

Líbano. Muito bom, mas deve ter muita cebola.

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Coreia. A do sul, porque a do norte não tem comida pra ser representada.

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Nunca vi isso no Outback, mas dizem que é australiano.

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Suíça. Sempre achei que falta uma vaca nessa bandeira. Pelo menos tem o queijo.

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Vietnã. Não lembro de ter comido esse ouriço rosa. Ou comi? É cachorro?

- Gabriel Prehn Britto
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