Cias. Aéreas

› 8 de abril de 2011

Epílogo

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Quarta-feira, dia 6 de abril, recebi um e-mail da TAM comunicando que minhas milhas haviam sido devolvidas integralmente. Só publiquei isso agora porque queria confirmar no saldo - e confirmei.

Enfim, tudo resolvido. Pena que eu tive que me estressar por 3 semanas. Tomara que a TAM também tenha aprendido algo com isso tudo.

Obrigado pelo apoio de todos. E agora voltemos aos assuntos bons (que esta semana ficaram escassos por causa do trabalho).

- Gabriel Prehn Britto
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› 1 de abril de 2011

Último capítulo

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Não vou transformar isso em uma novela. Este provavelmente é o último post sobre o assunto aqui no blog. Em apenas uma semana já deu para perceber que a TAM está se lixando para os seus clientes e eu não conseguirei mudar isso.

Qualquer empresa pode errar. Mas reconhecer o erro e solucionar o problema do cliente não é para qualquer uma. É questão de índole e educação. Se a TAM não teve até hoje, não terá nunca mais.

Photo: Joelk75 (Flickr)

Vejam o e-mail que recebi da empresa, em resposta ao meu pedido de devolução da multa cobrada pelo reembolso das passagens e toda aquela história que você já sabe.

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Prezado(a) SR(a) Gabriel,

Esclarecemos que o Site TAM não inverte NOME e SOBRENOME, conforme padrão internacional, o site solicita que seja digitado PRIMEIRO SOBRENOME e depois o NOME.

Informamos que o nosso site indica a necessidade de conferir todos os dados do bilhete antes da finalização da transação, oferecendo a opção de cancelamento antes da efetivação de sua compra. Além disso, o e-ticket é gerado num sistema que está atrelado a reserva, check-in, faturamento e cartão de crédito sendo que todas as operações são coordenadas. Por questões de segurança, as operações não podem ser revertidas após a efetivação da compra.

ERROS DE NOME não serão honrados ou estornados sem taxas pois não ocorreram por inoperancia ou falhas de nosso sistema e são apenas em casos assim que honraremos a isenção de taxa de remarcação ou reembolso.

Atenciosamente,

Brigite - Suporte a Compra pelo Site TAM Brasil - TAM Linhas Aéreas S/A

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Como você pode ver, a TAM Linhas Aéreas S/A ignorou completamente o meu argumento de que pedi o reembolso (e paguei a multa) porque eles me orientaram a isso em um momento em que já sabiam que o mesmo problema estava ocorrendo com mais clientes e já pensavam em “flexibilizar” os casos.

TAM-Desrespeito-cliente

Não vou nem dizer “nunca mais vou voar de TAM” porque isso é impossível no Brasil. Mas a TAM acaba de entrar para o meu seleto grupo de companhias aéreas que desrespeitam a inteligência dos clientes e que eu evito a qualquer custo, junto com Iberia e Webjet.

Tudo por duas mil milhas.

Feliz Dia dos Bobos para você também.

1º de Abril

- Gabriel Prehn Britto
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› 29 de março de 2011

Mea culpa, milhas e lições

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

>>>>> UPDATE EM 31/03/2011:

O problema da inversão de nome e sobrenome não aconteceu apenas comigo.

Segundo o Melhores Destinos, muita gente está reclamando, tanto que a TAM resolveu “flexibilizar” o problema e aceitar passagens com estas características.

Cagada, hein, TAM?

Ou seja: se foi cagada minha, eu fui induzido ao erro pelo site da TAM, junto com uma pá de gente.

O novo problema é que eu segui a orientação da TAM e pedi o reembolso das milhas, pagando as multas. E agora? Receberei estas milhas das multas de volta, após essa “flexibilização”?

A ver.

>>>>> FIM DO UPDATE

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Semana passada, quase entrei em choque depois que vi minha viagem para Bogotá ir do céu ao inferno em menos de 3 horas.

Céu

Inferno

Para quem não acompanhou a minha choradeira no Twitter (que até foi comedida, vai), aqui está um breve relato.

>>>>> BREVE RELATO

Raspei todos os meus pontos de cartões de crédito para conseguir passar 4 dias na capital colombiana.

Eu era feliz e não sabia

Mas a compra de todos os bilhetes com milhas exigiu a ginástica de ir de Gol e voltar de TAM. Sem problemas, afinal essa ginástica também serviria para que eu experimentasse as duas companhias em voos internacionais longos (coisa que eu nunca fiz).

Depois de garantir meus bilhetes de ida com a Gol, fui para o site da TAM e garanti também os bilhetes de volta.

Tudo lindo e perfeito. Até que eu vi algo estranho: no bilhete da TAM, o nome da patroa estava registrado de forma invertida. Ao invés de Marcia Steyer, estava Steyer Marcia.

Deu merda

Entrei em contato com a TAM e fui alertado: desta forma ela não embarcaria. Pedi que fosse feita a correção. Foi quando meu mundo caiu.

Me informaram que era impossível inverter os nomes. Eu precisaria pedir o reembolso da passagem, pagar uma multa de 10% do valor dela e emitir outra.

Para piorar, como eu não tinha 10% da quantidade de milhas para pagar a multa, a modificação não poderia ser feita. Me restava apenas pedir o reembolso e chorar.

Berrei, gritei, execrei gerações da família da moça que me atendeu (desculpe, moça, foi o estresse do momento), mas não adiantou.

>>>>> FIM DO BREVE RELATO

Então veio o fim de semana. Os dois dias de descanso me deram tempo para refletir e concluir: sim, a cagada foi minha.

Parabéns, Gabriel.

Provavelmente, a euforia de ver a viagem se concretizando me fez não perceber que os campos deveriam ser preenchidos com sobrenome+nome. Apenas completei automaticamente e fui para a galera comemorar.

Xiii...

Assumo que estraguei tudo. Mas perceber que o erro foi meu não me faz perdoar a TAM pela falta de compreensão.

Eu sei que regras são regras. O contrato com a companhia (que eu assinalei que li e compreendi, óbvio) avisa: as passagens são pessoais e intransferíveis. Mas qualquer regra está sujeita ao bom senso e compreensão de quem a regula (atente: falo de bom senso e compreensão, não do “jeitinho brasileiro”).

Se eu tivesse pedido para trocar Marcia Steyer por Fulano da Silva, minha má intenção teria ficado clara e eu teria mesmo que ser xingado, pagar a multa e ficar quieto. Mas eu apenas inverti os nomes dela (algo que, convenhamos ninguém vai perceber). É evidente que foi involuntário.

Aqui entra a minha pior impressão sobre o assunto: as companhias aéreas (e incluo todas, não apenas a TAM, porque também tive essa impressão tratando com Air France e Gol/Smiles) parecem fazer tudo para acabar com as milhas do viajante. Qualquer errinho, por mais simples que seja, sempre pede uma porrada de milhas para ser consertado.

Bom, se a intenção da TAM era me fazer perder 10% das minhas milhas, parabéns, conseguiu. Mas se era deixar um cliente satisfeito com seus serviços, errou feio.

Photo: simon (Flickr)

Fica a lição: por mais eufórico que você esteja com a viagem, compre a passagem com atenção máxima. Descuidos, por mais inocentes que sejam, não serão perdoados.

- Gabriel Prehn Britto
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› 26 de fevereiro de 2011

Wally vai ter que rebolar

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Kiev ganhou a votação, mas não vai levar.

Nem Riga, a segunda colocada.

E nem Skopie, a terceira.

Como eu deveria ter imaginado, havia uma pegadinha do Mallandro na ferramenta de pesquisa de milhas do programa Flying Blue, da Air France-KLM.

Quando eu entro no site e digito Lyon-Kiev, olha a quantidade de milhas que ele diz que são necessárias para um bilhete de ida e volta:

Lyon-Kiev Return

Sim, 30 000. Como eu e minha mulher temos 29 851 cada, dá para emitir um trecho de 15 000 em cada conta e ainda sobra. Perfeito.

Mas quando eu acesso o site para valer, digito meus códigos e escolho a data da viagem (precisa ser na Páscoa ou em algum fim de semana), o que aparece é isto:

Lyon-Kiev real

Ele me pede 30 000 PARA CADA TRECHO.

Até é possível comprar cada trecho por 15 mil milhas, mas apenas alguns dias durante todo o mês. Nos outros (e em todas as sextas-feiras) são necessárias 30 000 milhas para fazer apenas Lyon-Kiev.

O mesmo aconteceu quando tentei emitir os bilhetes para as duas cidades mais votadas depois de Kiev. Todas até têm passagens de 15 000/trecho, mas justamente nas datas desejadas, eu preciso de 30 000/trecho.

Veja como é para fazer Lyon-Riga:

Lyon Riga: quase tudo é 30000

Ainda bem que a quarta colocada, Bucareste, tem muitos voos por 15 000 milhas cada trecho. E, segundo o site, eu posso pagar as taxas de embarque com outras 7 500 milhas por trecho - o que é fundamental porque ninguém aqui está esbanjando grana.

Aviso de que pode pagar as taxas com milhas

O problema agora é outro: para pagar as taxas (um total de 144 USD) é necessário ligar para a central Flying Blue, que só atende de segunda a sexta.

Então por enquanto é isso, meu povo. No fim das contas, a viagem do Rafael vai ser para Bucareste, capital da Romênia.

Photo: Gaspar Serrano (Flickr)

Photo: Gaspar Serrano (Flickr)

Isso, claro, se o Flying Blue não tiver mais nenhuma pegadinha e eu conseguir usar minhas milhas na segunda-feira - último dia de validade delas.

Torçam daí que eu corro daqui.

- Gabriel Prehn Britto
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› 21 de fevereiro de 2011

Miles away

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Acabo de ser solenemente hu-mi-lha-do enquanto viajante.

Photo: Katie Harris (Flickr)

Liguei para o programa de milhagem da Air France-KLM (Flying Blue) perguntando como eu poderia usar minhas suadas milhas para pagar um quarto de hotel em São Paulo.

Além de descobrir que o Flying Blue não tem parceria com nenhum hotel no Brasil, tive que aguentar o tom de voz piedoso da atendente me consolando:

- Na verdade, com 30 mil milhas o senhor não conseguiria fazer muita coisa mesmo.

É.

Está certo que não fiz viagens internacionais nos últimos 2 anos. Mas, pô, voei 4 dias inteiros com a companhia em 2008 e mais 2 dias em 2009. E não consegui juntar o suficiente para praticamente nada?

Photo: Larry Johnson (Flickr)

Minhas milhas Flying Blue expiram no final deste mês.

Adieu, Air France-KLM.

Agora só me resta reler e por em prática o que aprendi no post de 4 de agosto de 2009 (com infos atualizadas).

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1) Conquistar uma passagem-prêmio para a Europa é absurdamente difícil. Um bilhete São Paulo-Paris-São Paulo, por exemplo, pede 80 mil milhas no Flying Blue. Levando em consideração as 5.000 milhas creditadas em um voo de ida e volta para a Europa, são necessárias 16 viagens para chegar neste montante. Se você viaja uma vez por ano, vai precisar de 16 anos de fidelidade para conquistar uma passagem que custa menos de R$ 2000. Será que vale?

Photo: Martin Naroznik (Flickr)

2) Utilizar as milhas para fazer upgrade não parecer ser uma opção melhor. Um bilhete executivo da Air France custaria aproximadamente R$ 6.000. Só que para fazer um upgrade de econômica para a executiva, eu precisaria de pornográficas 104 mil milhas!

Photo: lumierefl (Flickr)

3) Entender as regras para conseguir estes prêmios também não é bolinho. Para saber quantas milhas eu precisaria para o upgrade acima, precisei ligar para a companhia, porque no www.airfrance.com.br não existe essa informação. Se existe, não encontrei de forma fácil, como deveria ser.

4) Os programas de milhagem de outras companhias não parecem ser muito melhores. Star Alliance e One World são igualmente confusos. E ambos também pedem quantidades faraônicas de milhas para qualquer coisinha.

6) Usar suas milhas para viagens internas na Europa? É uma opção, claro, mas não é muito inteligente. Qualquer perninha por lá vai custar umas 20 mil milhas, o equivalente ao economizado em 4 viagens Brasil-Europa-Brasil. Porém, por pouquíssimos euros se compra uma passagem low cost entre países do continente.

Oferta Germanwings

7) A conquista de uma passagem gratuita está sujeita a mudanças de humor das companhias. As regras podem mudar a qualquer momento. Meu cálculo de hoje pode ser reduzido a pó amanhã.

8 ) Seu cartão de crédito pode ajudar a conquistar milhas. Mesmo assim, você vai precisar remar muito.

Photo: Elliott P. (Flickr)

Conclusões:

1) Se você costuma viajar apenas para a Europa, uma vez por ano e sempre de classe econômica, sua paciência vai precisar ter o tamanho do Oceano Atlântico para conquistar o tão sonhado bilhete grátis.

2) Vale a pena ser fiel? Vale, se o preço da sua companhia for sempre muito similar ao mais barato que você encontrar. Se for muito mais caro, desapegue e vá por outra, porque você está sendo traído por quem quer a sua fidelidade.

Photo: Iker Merodio (Flickr)

3) A melhor opção é voar para fora e transferir os pontos para os programas de milhagens das companhias brasileiras. Pelo menos você garante um fim de semana grátis pelo Brasil.

4) Obviamente, ignore tudo que eu escrevi se você é daqueles que viaja o mundo todo a trabalho e ganha mais milhas que salário. Aliás, não quer me dar umas, não?

Up In The Air

- Gabriel Prehn Britto
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› 1 de fevereiro de 2011

Viajante + Geek = Viageek

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Dica massa da @Carla_Bal: USB em formato de cauda de avião.

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Os preços são meio salgadinhos, mas o brinquedo é divertido.

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Ganha um beijo à distância quem identificar cada uma delas.

- Gabriel Prehn Britto
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› 28 de janeiro de 2011

Divagando sobre promoções de aéreas

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

O Twitter é uma fonte inesgotável de promoções de passagens aéreas. Seguindo os perfis certos, você fica sabendo de ofertas diariamente - e algumas são mesmo tentadoras.

A última grande barbada que apareceu veio da companhia aérea russa S7.

Photo: jmiguel rodriguez (Flickr)

Pela notícia, ela estava vendendo passagens de Guarulhos para várias cidades da Vodcalândia pela bagatela de R$ 780 ida e volta.

Photo: david pham (Flickr)

Mais barato que um Lada usado.

Photo: Michael Gil (Flickr)

A oferta fez sucesso, com centenas de comentários e retweets.

Então pintou a dúvida na minha cabecinha: vale a pena aproveitar estas barbadas quando você não tem nada programado?

A princípio, elas não me atraem por dois motivos:

1) Eu dependo de férias para viajar. Férias dependem de liberações de chefes. Não é fácil conseguir embarcar de uma hora para outra.

Photo: Shira Golding (Flickr)

2) Para mim, férias são coisa séria. São apenas 30 dias por ano e envolvem desejos e paixões. Não dá para gastar essa preciosidade por impulso, decidindo ir a algum lugar apenas porque a passagem para lá está barata.

Exceções existem. Promoções para feriados e finais de semana em destinos não muito distantes são ótimas. Se aparecer uma megapromo para, sei lá, Lima e eu tiver dinheiro em caixa, aproveitarei feliz da vida.

Photo: Rodrigo Suriani (Flickr)

Claro que você não precisa ser um assalariado neurótico que nem eu. Então, se for aproveitar barbadíssimas, aqui vão alguns toques para garantir a sua felicidade:

- Se a companhia aérea for destas grandonas, vá sem medo. Mas se ela for uma empresa cujo nome você nunca ouviu falar, vale verificar se é decente. Busque por ela no Google, ao lado de “reclamações” ou “complaints”, e veja o que sai.

Photo: alpha (Flickr)

- Procure opiniões de clientes. Existem zilhões de sites sobre o assunto, com rankings e o diabo a quatro. Mas lembre-se: opiniões de clientes nunca são unânimes. Não se deixe levar por um único pé-frio que se deu mal em uma companhia que é só elogios. Ou vice-versa.

- Safety first. Procure informações sobre as condições de segurança da companhia. Não é agradável pensar nisso, mas não custa.

Photo: Markusram (Flickr)

- É meio difícil saber se a empresa está economicamente segura, mas não custa tentar. Se a empresa quebrar, provavelmente você vai ficar chupando dedo, como aconteceu em 2009 com os clientes da SkyEurope. Ah, evite companhias com nomes reconhecidos mas com sucateamento famoso no mundo inteiro. Essas também podem deixar você na mão.

sera-que-as-mocas-estao-rindo-de-quem-comprou-passagem

Feito isso, corra para o site da companhia, porque a esta hora já está cheio de gente querendo comprar.

- Gabriel Prehn Britto
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› 10 de janeiro de 2011

Safety first

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Ontem, um avião da companhia Iran Air caiu.

Photo: tom.arthur (Flickr)

Neste momento, vale dar uma informação.

O Irã tem 6 companhias aéreas que fazem voos internacionais. Entre elas, apenas uma é proibida de voar para a Europa (ou seja, não segue os padrões de segurança europeus).

É a Iran Air.

Photo: smitty42 (Flickr)

E olha que ela nem é totalmente impedida de viajar para lá, já que os voos feitos com alguns modelos são liberados (existem linhas entre Teerã e Amsterdã, Copenhague, Frankfurt, Genebra, Milão, Paris, Roma, Estocolmo e Viena, além de outras cidades).

Photo: Olga Pavlovsky (Flickr)

Esse blablablá todo é para dar a dica: quando for viajar para países que não se encaixam nos padrões de “desenvolvidos”, não custa dar uma checadinha no site da Comissão Europeia de Transportes.

Ele tem a lista completa (e constantemente atualizada) de empresas proibidas de voar no espaço aéreo europeu.

Se sua companhia não aparecer ali, relax and enjoy your flight.

- Gabriel Prehn Britto
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› 30 de novembro de 2010

Com que roupa eu vou?

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Imagine uma companhia aérea que vende a passagem e informa a data, o horário e o aeroporto de embarque. Mas não informa o seu destino.

Photo: msmail (Flickr)

Você entra no avião e as janelas ficam o tempo todo fechadas.

Os monitores individuais nas poltronas não mostram aquele mapa do mundo com o aviãozinho se deslocando.

Photo: scoobyfoo (Flickr)

Não é permitido usar relógios.

Você simplesmente embarca. E só descobre onde chegou quando o avião pousa e a aeromoça diz, pelo microfone: “Welcome to…”.

Pois essa companhia existe. É a Anywhereways.

Anywhereways

Criei ontem à noite e até já fiz o logotipo (ainda bem que eu sou redator, morreria de fome se fosse designer).

E aí? Você encararia uma viagem com a Anywhereways?

(Em tempo: reparou na interrogação que o avião faz? É praticamente o C do Carrefour, não?)

- Gabriel Prehn Britto
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› 20 de outubro de 2010

A culpa não é do chef

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Essa eu tirei da Superinteressante.

Na próxima vez que servirem aquela comidinha insossa no seu voo, não reclame do coitado do chef. A culpa não é dele, é do ambiente do avião.

Classe pooobre

Por causa da pressurização e do ar seco da cabine, a nossa percepção de sabores fica alterada. Segundo cientistas alemães a gente perde 30% da capacidade de sentir o doce e o salgado em um voo. Com estas informações, eles já estão em busca de soluções para o problema.

Agora a minha conclusão: se isso é verdade, ou o pessoal mente ao elogiar a comida da primeira classe, ou as companhias aéreas já sabem do problema e não estão nem aí para a classe pobre.

Classe rykah

- Gabriel Prehn Britto
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