Amsterdã

› 26 de outubro de 2010

Amsterdã, 1898

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Acabei de receber o cartão postal que o Daniel Duclos (a.k.a. @ducsamsterdam) me enviou no Dia das Crianças.

Olha que bonitão.

325. Brug Prinsengracht richting Utrechtsestraat / Frederiksplein, 1898

O endereço acima é 325. Brug Prinsengracht richting Utrechtsestraat / Frederiksplein, que hoje é o cruzamento abaixo.

325. Brug Prinsengracht richting Utrechtsestraat / Frederiksplein 2010

Ou não.

Verso

E o cartão ainda veio com um selo especialíssimo.

Dank u, Ducs!

- Gabriel Prehn Britto
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› 8 de janeiro de 2010

This is real life

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Para quem acha que viver em Amsterdã é pedalar com os cabelos ao vento todos os dias.

NETHERLANDS SNOW

Foto de Margriet Faber, gentilmente roubada por mim do belo blog ciclístico O Gregário, de Cleber Gomes.

- Gabriel Prehn Britto
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› 24 de junho de 2009

Tá lá, é gol

Parece que demorou, mas na verdade foi até bem rápido, em comparação com as outras: já está no mapa do O Que Eu Fiz nas Férias a exclamação que leva para a viagem entre a República Tcheca, Berlim e Amsterdã.

Vai dar uma olhada  lá, vai. E vê se viaja também.

- Gabriel Prehn Britto
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› 2 de junho de 2009

Back home

amsterda

Amsterdã foi perfeita. Depois de uma primeira tarde de nuvens e frio, vieram 4 dias de sol e calor daqueles de usar protetor para não se queimar. Fiquei o período todo me perguntando porque demorei tanto para incluir a cidade nos meus roteiros. Até pilotei barco pelo Amstel, um dia depois de pedalar 20 km no outro lado do rio IJ conhecendo a Amsterdã rural, com cheiro de bosta de vaca e paisagens bucólicas.

De volta ao Brasil, colocarei a vida em dia (faz quase um mês que não checo meu saldo no banco) e voltarei aqui para mais detalhes sobre a cidade mais divertida da Holanda e com as dicas completas sobre a viagem inteira.

Ah, claro: e também com os planos para a próxima viagem. Porque, afinal, é pra isso que eu vivo.

- Gabriel Prehn Britto
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› 29 de abril de 2009

As Maravilhas do “Mundo Flickr”

Um povo da Cornell University, em Nova York, fez um levantamento das cidades e dos monumentos mais fotografados e postados no Flickr. Foram 35 milhões de imagens analisadas (haja saco, hein?) e o resultado foi interessante.

O título de mais enquadrada ficou com Nova York. Paris, apesar de ser a cidade mais visitada e a capital do país mais visitado do mundo, amargou apenas um 4º lugar na lista, atrás ainda de Londres e São Francisco. O ranking segue com Los Angeles, Chicago, Washington, Seattle, Roma, Amsterdã, Boston, Barcelona, San Diego, Berlim, Las Vegas, Florença, Toronto, Milão,Vancouver, Madri, Veneza, Filadélfia, Austin, Dublin e Portland. O resto eu não sei.

Londres não é a cidade mais fotografada do “Mundo Flickr”. Em compensação, é lá que estão 4 dos 7 monumentos mais registrados: Torre Eiffel, Trafalgar Square, Tate Modern, Big Ben, Catedral de Notre Dame, London Eye e Empire State.

london_eye_schutz

Já dentro de Nova York, o quinto monumento mais admirado é uma prova de que o Steve Jobs é fodão: a colocação ficou com nada menos que a Apple Store. É isso aí. Não se contentando em ter os computadores mais lindos do planeta, a empresa ainda tem a 5ª atração mais admirada na Big Apple. Não é pouca merda, hein?

Primeira conclusão própria e intransferível: não tenho dados sobre isso, mas me pareceu que o Flickr é mais utilizado por americanos. Só isso para explicar a presença de tantas cidades do país nesse ranking. Veja bem: Austin está lá. Nunca estive na capital texana, mas me pergunto o que ela tem de tão sensacional para marcar essa presença toda.

Segunda conclusão pessoal e intransferível: as 7 Maravilhas do Mundo Flickr são decepcionantes. London Eye? Parece que o pessoal anda viajando pouco pra fotografar tanto uma roda gigante.

Terceira conclusão pessoal e intransferível: os parisienes devem estar putos. Perder para NY, para os londrinos e para São Francisco? Quelle merde!

Quem quiser ver a pesquisa inteira pode clicar aqui e baixar o pdf.

- Gabriel Prehn Britto

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› 20 de abril de 2009

A Holanda. Quer dizer, os Países Baixos

Tenho sido negligente com a Holanda neste blog. Apesar de Amsterdã ser um dos dois destinos básicos da próxima viagem, praticamente não escrevi nada sobre a cidade, nem sobre o país. Então, para tentar me redimir um pouco, vamos a origem do nome Holanda, segundo o meu livro sobre o assunto.

Em primeiro lugar, não é correto chamar a Holanda de Holanda. O nome na língua local, Nederlanden, significa, “terra baixa”, já que o país é muito plano e 1/4 dele está abaixo do nível do mar. É daí que vem, obviamente, o nome correto: “Países Baixos”.

Originalmente, os países baixos eram constituídos também pela Bélgica, por Luxemburgo e por uma parte do norte da França, mas com a cacetada de guerras que sempre dividiram e redividiram a Europa, isso virou um detalhe na História e a Holanda pegou para ela o “Países Baixos”. Ou melhor, os Países Baixos pegaram para eles a denominação Países Baixos. Ah, que confusão do cacete!

Bem, enfim, a denominação Holanda só está presente em duas das 12 províncias europeias que fazem parte dos Países Baixos: a Holanda do Norte e a Holanda do Sul. Aliás, Holanda significa, na língua local (que a esta altura eu já nem sei mais como chamar), “terra das madeiras”. Uma das prováveis causas da disseminação do nome “Holanda” para o mundo foi o fato de que muitos navios partiam dos dois territórios que carregam a denominação. Logo, o pessoal relacionou a região com o nome que aparecia nas embarcações.

Além das 12 províncias européias, o Reino dos Países Baixos (sim, eles são uma monarquia), também é composto pelas Antilhas Holandesas (Curaçao, Bonaire, San Eustaquio, Saba e San Martin) e por Aruba, ainda que essa seja autônoma desde janeiro de 1986.

- Gabriel Prehn Britto
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› 5 de abril de 2009

Classe Gado

Apesar de voar bastante, passei um bom tempo sem dar bola para os programas de milhagem das companhias aéreas. Nas primeiras viagens, o que importava para mim era o preço. Se a British Airways fizesse mais barato, eu voava com ela, mesmo que antes tivesse voado de Varig (na época em que a Varig ainda era alguma coisa). Com isso economizei alguns trocados, mas perdi boas vantagens. Mesmo depois de 2004, quando voei de novo com a Air France e resolvi que iria investir nela, acabei viajando também com a Iberia e, além de ter um serviço péssimo, perdi umas 15 mil milhas acumuladas com a companhia francesa.

Hoje as coisas mudaram. A viagem para a Ásia rendeu um saldo muito bom na minha conta do Flying Blue, o programa da Air France-KLM. Se no ano passado eu tivesse feito uma viagenzinha qualquer para Florianópolis por alguma empresa ligada a ele, em 2009 eu teria um cartão Silver que me daria barbadas na companhia e me renderia ainda mais milhas. O problema foi que a Tam acabou o acordo com a Air France-KLM e eu não tive como fazer essa viagenzinha interesseira. Fiquei com meu cartão Ivory mesmo.

Aeromoça, tem mais uma barrinha de cereal aí?

Mas nesta sexta-feira recebi uma notícia excelente. A Air France-KLM fechou parceria com a Gol. Agora, os voos que eu fizer com a companhia brasileira vão me ajudar a acumular mais milhas na franco-holandesa. Se tudo der certo, na próxima viagem longa eu já poderei fazer um upgrade de classe.

Não vejo a hora de me sentir um pouco menos gado dentro de um avião.

- Gabriel Prehn Britto
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› 26 de fevereiro de 2009

Capítulo “Guias”

Normalmente eu compro os guias de viagem quando o destino é escolhido. Ou seja: beeem antes da compra das passagens e da definição do itinierário, o que é lógico, porque sem um guia é difícil decidir o que visitar e quanto tempo passar em cada lugar.

Mas nesta viagem para Praga, as coisas foram diferentes. Como eu já conheço o lugar, não pretendo comprar nada de lá. E como o outro destino é apenas uma cidade, Amsterdã, comprei o guia só agora, faltando apenas 2 meses para o embarque (mas quase três para chegar na capital holandesa).

Os guias comprados foram:

- “Amsterdã”, da série Rough Guide Directions, publicada no Brasil pela PubliFolha. Não sou muito fã da Rough Guide, mas como não queria um guia em inglês e não encontrei nada em português da Lonely Planet nem da DK, fui nesse mesmo. Aparentemente, é bom. Mas isso eu só vou saber quando estiver lá.

- “Guia Passo a Passo Amsterdã”, da PubliFolha. Um guiazinho menor, cheio de mapas, que resolvi comprar para ver se complementa o Rough Guide.

- “Guia Passo a Passo Berlim”, também da PubliFolha. Sim, Berlim. Como existe uma chance de um fim de semana por lá, comprei esse guia só para me orientar, porque eu já conheço a cidade também.

A princípio é isso. O capítulo “guias” do próximo relato do O Que Eu Fiz nas Férias já está encaminhado. Na volta eu conto se eles ajudaram ou não.

- Gabriel Prehn Britto
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› 15 de fevereiro de 2009

Promoção Relâmpago de Guias de Viagem

Acabei de ver que a Publifolha está fazendo uma promoção-relâmpago de livros da editora. Tem livros com até 70% de desconto e já vi guias de viagem (como o Guia Visual de Praga, por exemplo) de R$ 72 por R$ 36.

Já que véspera de viagem é tempo de economizar, vale a pena passar lá e fazer o seu rancho de guias por um precinho camarada. Era o que eu estava fazendo até parar pra vir aqui escrever.

O site é o www.publifolha.com.br. Vai lá. Não sei até quando isso vai durar.

- Gabriel Prehn Britto
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› 10 de fevereiro de 2009

Um dos melhores momentos da viagem

Todo mundo que já se aventurou sabe que a viagem começa quando se decide sair de casa. A partir daí, a simples escolha do destino já faz parte do roteiro, porque é ali que a gente começa a sonhar com os lugares. Depois de decidido o itinerário, começam os estudos dos guias, a busca por dicas e a pesquisa de hotéis, uma parte maravilhosa, que dura muito tempo e nos faz conhecer o destino antes de desembarcar (algo que é fundamental para evitar decepções).

Porém, uma das melhores partes da viagem é a que eu estou vivendo agora: a compra das passagens. Claro que existe um lado burocrático na coisa toda, muitos minutos de musiquinha no ouvido (comprei a minha pelo call center da companhia) e muitas anotações pra não se perder nas informações. Mas depois que isso passa, receber a confirmação por e-mail e ver o roteiro definitivo na sua frente é sensacional.

Pois bem, minhas passagens para as próximas férias estão compradas. Embarco no dia 2 de maio direto para Praga, onde fico nada menos que 24 dias e meio mimando minha sobrinha, matando a saudade dos meus amigos (ou alimentando a saudade, como a minha amiga diz), bebendo cerveja, comendo queijo frito, acordando tarde ou cedo quando tiver vontade, viajando pelo interior do país (ou para fora, se quiser) e fotografando muito. Depois vou para Amsterdã, descobrir o que for possível na cidade em 4 dias e meio, e então voltarei para o Brasil.

Aí, vai ser hora de começar outra viagem.

 

- Gabriel Prehn Britto
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