Alemanha

› 9 de novembro de 2009

20 jahre mauerfall

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Minha singela homenagem aos 20 anos da queda do Muro de Berlim: uma foto do pedacinho que eu comprei na última vez que estive lá.

Tem até certificado de garantia

Em exposição permanente na minha sala, apesar de eu morrer de medo de que a faxineira ache que ele é só um pedaço de parede (tecnicamente, é) e jogue fora.

UPDATE ÀS 13h56. Acompanhe a ação mais maravilhosa que já vi no Twitter: Deutsche Welle reconstituindo a queda do Muro em “tempo real” de 1989.

- Gabriel Prehn Britto
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› 7 de outubro de 2009

Berlim e o Muro

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Berlim sempre foi um destino turístico maravilhoso. Mas neste ano, e precisamente nesta época do ano, a cidade deve estar ainda mais sensacional por causa das comemorações dos 20 anos da queda do Muro (do qual eu guardo um pedacinho supostamente legítimo).

Se a capital alemã já é um poço de criatividade todos os dias, essa celebração promete eventos incríveis, como esse aqui:

Escafandrão, hein?Daria 30 dias de férias para ter visto isso. Foi a encenação de um encontro entre um tio e uma sobrinha separados por muitos anos, em alusão às separações causadas pelo Muro. O trabalho é da companhia francesa Royal de Luxe.

O verdadeiro Pé-Grande

Veja as fotos magníficas do Boston.com (exemplo acima) e, se puder, vá para lá.

Bitte.

- Gabriel Prehn Britto

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› 24 de setembro de 2009

Fucking nice places

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Quem nasce em Fucking é o quê?

Aposto em Fucked, mas não sei. Só sei que deve ser divertido viajar até a pequena Fucking, na Áustria, só para fazer uma foto na entrada da cidade.

Fucking motoqueiros

Sim, Fucking é o nome da localidade, que atrai turistas do mundo todo atrás das suas placas de sinalização, constantemente roubadas e levadas como souvenir.

Melhor que Fucking, apenas a bucólica Mianus, nos Estados Unidos.

A vista de Mianus não deve ser das mais agradáveis

Fucking ainda tem a desculpa de ficar em um país que não é de língua inglesa. Já Mianus, que é pronunciada “my anus”, vai dizer o quê?

Já pensou uma ponte aérea entre os dois lugares? Seria a famosa Fucking-Mianus.

- Gabriel Prehn Britto
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› 24 de junho de 2009

Tá lá, é gol

Parece que demorou, mas na verdade foi até bem rápido, em comparação com as outras: já está no mapa do O Que Eu Fiz nas Férias a exclamação que leva para a viagem entre a República Tcheca, Berlim e Amsterdã.

Vai dar uma olhada  lá, vai. E vê se viaja também.

- Gabriel Prehn Britto
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› 4 de junho de 2009

Errata alemã

Na vontade de colocar logo no ar o post sobre a viagem para Berlim, acabei me enganando no nome do hotel onde fiquei e também no nome de uma das companhias de ônibus. Vi isso ontem à noite e já corrigi.

Se você usou as informações para programar sua viagem, deve estar meio perdidão. Então vai lá e vê de novo.

Desculpa aí.

- Gabriel Prehn Britto
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› 25 de maio de 2009

Melhor souvenir ever

Minha volta a Berlim foi marcada por uma busca por souvenires que eu não havia comprado em 2001 e que me causavam arrependimento até hoje. O primeiro que busquei foi o boneco do Ampelmann, pelo qual me apaixonei há 8 anos. O segundo foi um pedaço do muro, autenticado e comprado em uma exposição na Potsdamer Platz, comemorativa dos 20 anos da queda da barreira. O terceiro foi o único ímã de geladeira que eu não havia comprado para minha mãe em minhas viagens, quando tradicionalmente levo para ela um de cada lugar visitado.

 

No meio da busca pelos souvenires do passado, acabei encontrando um que me deixou com o sorriso de orelha a orelha. Na mesma exposição na Potsdamer Platz onde comprei um pedaço do muro, estavam dois homens vestidos de policiais da antiga Alemanha Oriental carimbando papéis e entregando para alguns turistas. Cheguei mais perto e vi que eram carimbos de fronteira dos pontos de passagem entre os dois antigos países. Ali mesmo já achei a idéia sensacional e me preparava para pagar os 2 euros para levar um daqueles papéis quando vi um senhor chegar com o seu passaporte e ganhar os carimbos nele mesmo. Eufórico, perguntei para o falso guarda se aquilo era possível e ele disse que sim, afinal eram carimbos oficiais. Imediatamente saquei meu documento e ganhei o souvenir mais legal que já trouxe de uma viagem.

 

dsc_3200

Mesmo que tenham sido comprados em um lugar totalmente público, oficial e confiável, vou fazer outro passaporte antes da próxima viagem. Para evitar problemas em alfândegas e para deixar bem guardado o meu souvenir do passado alemão.

- Gabriel Prehn Britto
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Praga-Berlim-Praga

Estive em Berlim em 2001. Era janeiro, fazia um frio da morte, o tempo estava feio, a cidade parecia um canteiro de obras e o Portão de Brandemburgo estava tapado por tapumes para reforma. Mesmo assim, gostei. Me impressionei no Checkpoint Charlie, achei sensacional a igreja semi-destruída em plena Ku’Damm, me encantei com os orangotangos no maior zoologico da Europa, fiquei chocado com a diferença entre as antigas Berlim Oriental e Berlim Ocidental, me emocionei por ficar de frente para o Bundestag e me apaixonei perdidamente pelo Ampelmann, o bonequinho de chapéu que orienta os pedestres nas sinaleiras.

Domingo voltei de lá. Foram 3 dias inteiros babando pela capital alemã. É impressionante como cada esquina tem algo novo e impressionante para mostrar. Depois da fase “gigantesco canteiro de obras”, Berlim está lindíssima. Revi os lugares que mais gostei e conheci alguns novos. Peguei um feriado xarope no meio (lembre-se: sempre verifique os feriados antes de marcar sua viagem), mas mesmo assim foi excelente. Vivi alguns dias de turista nessas férias. Acordei cedo e passei os dias inteiros caminhando, até as pernas não aguentarem mais.


ampelmann


Para quem quiser ir também, deixo abaixo algumas dicas. Se eu pudesse, iria de novo.

- Viagem entre Praga e Berlim. Ou entre Berlim e Praga.

Em tempos de milhares de verificações de segurança chatas em aeroportos, nem pense em ir de uma cidade à outra de avião. Só vai valer a pena se o vôo for direto e a passagem tiver custado, no total (incluíndo o deslocamento Centro-aeroporto), menos que 55 reais. Foi isso que eu paguei por cada trecho entre as duas cidades em um ônibus com tv e bebidas quentes à vontade. Nem o trem vale a pena, porque custa mais e demora as mesmas 5 horas. Procure nas companhias Megabus, Orange Ways e Eurolines.

- Onde ficar.

Hotel Gunia. Fica em Schöneberg, bem no centro da cidade. Pertinho do metrô e de restaurantes bons e baratos (para o padrão das grandes cidades européias). Quartos simples, mas com pé-direito de 4 metros e um casal de donos pra lá de simpáticos. Recomendo fortemente.

- Locomoção.

Se o seu orçamento permitir, considere a possibilidade de alugar uma bicicleta. Vi valores de 10 euros por dia, o que sai bem mais caro que um passe de metrô, mas é muito mais divertido.

Se o seu orçamento estiver apertado, considere não comprar passes de metrô. Berlim é ótima para caminhar e as distâncias que aparecem no mapa parecem ser bem menores ao vivo. Se bobear, você só vai usar um ou dois bilhetes por dia, o que custaria ao redor de 4,50 euros.

- Comer.

Você está de férias. Dê-se ao luxo de tomar um café, beber um vinho e comer algo decente de vez em quando. Nem que para isso você tenha que passar o dia comendo mini-pizzas de 1 euro (elas existem aos montes em mini-pizzarias na cidade), só para poder aproveitar a refeição da noite. Os arredores da Savigny Platz e o Schöneberg são lugares bons para encontrar restaurantes legais. Se quiser algo mais Sex and The City, caminhe pela Kantstrasse.

- Compras.

Se o seu cartão de crédito tiver um bom limite, mergulhe no bairro Mitte. Caminhe pelos arredores da Orianenburgerstrasse e do Hackescher Markt. Saindo de lá, vá para a Ku’Damm e se perca nas ruazinhas laterais.

- Valores.

Gastos com refeições módicas, taças de vinho, capuccinos, metrô e atrações: mais ou menos 46 euros por dia, sem hotel e sem entrar em muitos museus. A Europa é assim, bêibe.


- Gabriel Prehn Britto
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› 13 de maio de 2009

Um fim de semana na colônia

Decidi que Colônia não vai entrar no meu relato oficial sobre essa viagem.

A cidade é muito linda e muito agradável, e eu recomendo uma passagem de uma noite por lá, mas minha estadia não tem como ser repetida por nenhum viajante. Fiquei hospedado na casa de amigos e minha volta turística se resumiu a meia tarde pelo centro nos arredores da catedral. O resto do fim de semana foi de passeios maravilhosos que não tem como recomendar para ninguém que não esteja lá sendo ciceroneado por um morador, porque eu não estava prestando atenção em nomes de lugares ou referências geográficas para poder indicar.

As únicas recomendações que posso fazer para viajantes mais desbravadores são: alugue uma bicicleta e passeie pelas margens do Reno até muito longe do Centro, atravesse o rio e volte pedalando pela outra margem.

Mesmo com estas dicas (que são ótimas), infelizmente a melhor é reservada para amigos da Regine: visitar a dona Lizelot, nos suburbios da cidade, e passar a tarde se empaturrando de tortas de maçã e panquecas de aspargos em um jardim que parece um cenário. Você vai passar mal por uns dois dias, mas, como a foto abaixo mostra, vai valer a pena.

 

Passei mal, mas valeu a pena

- Gabriel Prehn Britto
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Asas germânicas

Dia 8 de maio, sexta passada, foi feriado na República Tcheca. Era a celebração da libertacão do país das garras dos nazistas. Quando comprei minhas passagens para Colônia pela Germanwings, nem me dei conta que estaria indo justamente para a Alemanha nesse dia tão significativo para os tchecos. Me senti meio crápula indo visitar os ex-inimigos neste feriado, mas depois passou. Serviu para descobrir a companhia alemã, boa, pontual, com preços ótimos (entre eles, algumas ofertas de viagens por 1 euro) e bastante utilizada pelos alemães. Recomendo para quem estiver atrás de uma viagem low cost pela Europa, ainda mais se estiver partindo do país. Os caras cobram por tudo que não seja a passagem propriamente dita, mas isso me parece zilhões de vezes mais honesto do que servir barrinhas de cereais nojentas e pedir a fortuna que as companhias aéreas brasileiras pedem.

- Gabriel Prehn Britto
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› 10 de março de 2009

Nas asas da Germanwings

Uma nova cidade fora de República Tcheca acabou de ser incluída na próxima viagem: Colônia, na Alemanha. Minha mulher tem uma grande amiga alemã e como elas não se veem há vários anos, resolvemos passar um fim de semana juntos.

Na verdade, esse post é só para dar uma dica de companhia aérea low cost por lá. Germanwings é o nome. Pelo que pesquisei na web, é uma empresa da Lufthansa, então acho que dá para confiar.

picture-2

Pensando bem, depois de ter voado Lao Airlines, qualquer companhia alemã é lucro.

- Gabriel Prehn Britto
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