Burocracia

Decote diplomático

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Dezoito de fevereiro de 2006. É o que diz a plaquinha pendurada na alça da blusa que minha mulher usou quando foi tirar a foto que está no seu atual passaporte.

Não lembro com clareza, mas certamente era um dia quente feito as entranhas do inferno e, logicamente, ela se colocou em vestes frescas e arejadas para enfrentar a temperatura.

Photo: mylor (Flickr)

Não, não era essa foto. E não vou colocar a verdadeira aqui porque o pau de macarrão voaria na minha cabeça se eu fizesse isso. Mas posso garantir que a roupa que ela usava era algo absolutamente decente para qualquer país ocidental. Para o Brasil, então, tinha até pano demais.

Mas como eu já pretendia viajar para países islâmicos, tremi quando vi a imagem pronta. Até brinquei:

- Tu vai ter que fazer outro passaporte se a gente quiser ir para o Irã.

Cinco anos depois, estamos finalmente planejando nossa viagem para a antiga pérsia. Então eu vi esta notícia:

Folha de S. Paulo 26/01/2011

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Dica: pense em todas as suas possíveis viagens quando for fazer o seu passaporte.

Bora fazer outro agora?

Cias. Aéreas

Divagando sobre promoções de aéreas

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O Twitter é uma fonte inesgotável de promoções de passagens aéreas. Seguindo os perfis certos, você fica sabendo de ofertas diariamente - e algumas são mesmo tentadoras.

A última grande barbada que apareceu veio da companhia aérea russa S7.

Photo: jmiguel rodriguez (Flickr)

Pela notícia, ela estava vendendo passagens de Guarulhos para várias cidades da Vodcalândia pela bagatela de R$ 780 ida e volta.

Photo: david pham (Flickr)

Mais barato que um Lada usado.

Photo: Michael Gil (Flickr)

A oferta fez sucesso, com centenas de comentários e retweets.

Então pintou a dúvida na minha cabecinha: vale a pena aproveitar estas barbadas quando você não tem nada programado?

A princípio, elas não me atraem por dois motivos:

1) Eu dependo de férias para viajar. Férias dependem de liberações de chefes. Não é fácil conseguir embarcar de uma hora para outra.

Photo: Shira Golding (Flickr)

2) Para mim, férias são coisa séria. São apenas 30 dias por ano e envolvem desejos e paixões. Não dá para gastar essa preciosidade por impulso, decidindo ir a algum lugar apenas porque a passagem para lá está barata.

Exceções existem. Promoções para feriados e finais de semana em destinos não muito distantes são ótimas. Se aparecer uma megapromo para, sei lá, Lima e eu tiver dinheiro em caixa, aproveitarei feliz da vida.

Photo: Rodrigo Suriani (Flickr)

Claro que você não precisa ser um assalariado neurótico que nem eu. Então, se for aproveitar barbadíssimas, aqui vão alguns toques para garantir a sua felicidade:

- Se a companhia aérea for destas grandonas, vá sem medo. Mas se ela for uma empresa cujo nome você nunca ouviu falar, vale verificar se é decente. Busque por ela no Google, ao lado de “reclamações” ou “complaints”, e veja o que sai.

Photo: alpha (Flickr)

- Procure opiniões de clientes. Existem zilhões de sites sobre o assunto, com rankings e o diabo a quatro. Mas lembre-se: opiniões de clientes nunca são unânimes. Não se deixe levar por um único pé-frio que se deu mal em uma companhia que é só elogios. Ou vice-versa.

- Safety first. Procure informações sobre as condições de segurança da companhia. Não é agradável pensar nisso, mas não custa.

Photo: Markusram (Flickr)

- É meio difícil saber se a empresa está economicamente segura, mas não custa tentar. Se a empresa quebrar, provavelmente você vai ficar chupando dedo, como aconteceu em 2009 com os clientes da SkyEurope. Ah, evite companhias com nomes reconhecidos mas com sucateamento famoso no mundo inteiro. Essas também podem deixar você na mão.

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Feito isso, corra para o site da companhia, porque a esta hora já está cheio de gente querendo comprar.

Brasil

E se você não tivesse nascido no Brasil?

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Tuitei isso durante a semana passada, mas preciso registrar aqui também.

Olha que maravilha o site If It Where My Home.

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A proposta dele é comparar o país onde você nasceu com qualquer outro país do mundo, para você ter ideia de como seria sua vida se você tivesse nascido por lá.

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Além da comparação entre indicadores sociais e de consumo, o If It Where My Home ainda dá uma palavrinha sobre a história do país comparado e sugere livros para quem quiser ir mais fundo.

Veja o teste que eu fiz: e se eu tivesse nascido no Irã?

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Não é excelente para viajantes que gostam de estudar seus destinos turísticos?

O Que Eu Fiz Nas Ferias

Os resultados

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Chegou a hora de dar um retorno sobre os resultados e os motivos da pesquisa que fiz sobre este blog nas duas últimas semanas.

Mas antes de qualquer coisa, preciso dizer que fiquei muito emocionado ao saber que tenho 5 mães. Como meu aniversário foi agora no dia 12, aguardo os presentes das outras 4 genitoras que ainda não conheço.

Photo: John H (Flickr)

Voltando à pesquisa, os resultados foram ótimos. Recebi críticas que já esperava e outras inesperadas, mas muito interessantes e que vão me ajudar a corrigir algumas coisas. O melhor de tudo foi que percebi que estou conseguindo dar ao blog a cara que quero que ele tenha.

Vamos a algumas informações.

O Twitter e o Facebook são a vida deste espaço. Cinquenta e seis por cento de vocês disseram que visitam o blog via links publicados nestas redes. Talvez eu precise me focar mais em viagens nos meus tweets, para conquistar leitores e perder menos seguidores.

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Uma pá de gente disse que gosta do O Que Eu Fiz Nas Férias por causa dos textos, das minhas experiências pessoais, dos países que abordo e - o que me deixou mais feliz - porque ele dá vontade de viajar. Como este é o grande objetivo deste espaço, ponto para mim.

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Na questão sobre o que o povo não gosta por aqui, 51,5% declararam que gostam de tudo e não são minha mãe, enquanto os outros se dividiram em pequenas parcelas em outras questões, o que considero normal.

Neste ponto, recebi críticas por escrito em relação a layout, armazenamento dos posts antigos, falta de relatos novos de viagens e piadas que nem sempre são compreendidas como tal.

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Para finalizar os resultados, a maioria de vocês acha que o O Que Eu Fiz Nas Férias é um blog sobre destinos exóticos e, melhor ainda, útil.

Perfeito.

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Agora vamos aos motivos que criaram esta pesquisa.

O O Que Eu Fiz Nas Férias não nasceu com o objetivo de ser um blog. Lá em setembro de 2008, quando ele foi ao ar, minha intenção era simplesmente criar um site com minhas opiniões e dicas para quem quisesse viajar aos mesmos lugares que eu. Uma ideia baseada nas dificuldades que eu tive enquanto montava a viagem à Indochina.

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Não tinha nada dessa história de fazer posts e tal. Era só viajar uma vez por ano, anotar, escrever e publicar para facilitar a vida de outros viajantes. Mostrar o que eu fiz nas férias.

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Porém, logo depois do nascimento do site, a emoção de ver o filho parido me levou à criação do blog.

Na verdade, me levou à enfiar um blog dentro do site, meio às pressas, com muitos bugs e coisinhas que eu deixei para resolver depois e, claro, praticamente nunca resolvi.

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Essa gambiarra virtual começou a me apurrinhar de verdade há um tempo, até que resolvi que era hora de mudar e iniciei a reforma total, que incluía esta pesquisa.

Enfim, tudo isso é apenas para avisar que este espaço deve mudar em breve (espero), ficando mais focado, mais bonito, mais socializável e até mesmo com um nome novo.

Photo: frances1972 (Flickr)

Aguardem.

Obrigado a todos que responderam e obrigado especial a quem escreveu que considera este “o melhor blog brasileiro sobre viagens”.

(Desconfio que foi uma resposta da mãe que eu conheço, mas ela me garante que não.)

Irã

Momento sensível

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Olha que lindão esse poema do persa Jelaluddin Rumi, do século XIII:

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Vai dizer que você imaginava algo assim escrito por um iraniano?

Cias. Aéreas

Safety first

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Ontem, um avião da companhia Iran Air caiu.

Photo: tom.arthur (Flickr)

Neste momento, vale dar uma informação.

O Irã tem 6 companhias aéreas que fazem voos internacionais. Entre elas, apenas uma é proibida de voar para a Europa (ou seja, não segue os padrões de segurança europeus).

É a Iran Air.

Photo: smitty42 (Flickr)

E olha que ela nem é totalmente impedida de viajar para lá, já que os voos feitos com alguns modelos são liberados (existem linhas entre Teerã e Amsterdã, Copenhague, Frankfurt, Genebra, Milão, Paris, Roma, Estocolmo e Viena, além de outras cidades).

Photo: Olga Pavlovsky (Flickr)

Esse blablablá todo é para dar a dica: quando for viajar para países que não se encaixam nos padrões de “desenvolvidos”, não custa dar uma checadinha no site da Comissão Europeia de Transportes.

Ele tem a lista completa (e constantemente atualizada) de empresas proibidas de voar no espaço aéreo europeu.

Se sua companhia não aparecer ali, relax and enjoy your flight.

Guias

Se ficar o zumbi come

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Aconteceu.

Por motivos até este momento desconhecidos, os mortos se levantaram de suas tumbas e saíram pelas cidades, famintos, em busca de cérebros humanos.

É o apocalipse zumbi.

Photo: James Calder (Flickr)

O que fazer agora?

Além de todas as recomendações básicas (se você ainda não sabe quais são, leia, sua existência depende disso) também existem duas saídas pouco divulgadas: o aeroporto e o mar.

Mas para onde ir? Quais cantos do mundo são mais seguros contra o ataque destes seres que dançam Thriller?

E em quais lugares você não deve nem pensar em colocar os pés, porque certamente já estão tomados por zumbis?

Photo: Michael Caroe Andersen (Flickr)

Photo: Ollie T. (Flickr)

Comecemos com onde você NÃO DEVE IR.

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1) Haiti, República Dominicana e qualquer lugar do Caribe e do México

Photo: Eyeline Imagery (Flickr)

Não seja besta. O Haiti é a terra do zumbis, a verdadeira Zumbilândia.

O vodu é a religião mais praticada por lá e eram justamente os feiticeiros vodus que, até agora, tinham o poder de reanimar os mortos. A República Dominicana fica na mesma ilha do Haiti e é tão perigosa quanto. Fuja.

Aliás, fuja de qualquer lugar no Caribe e no México. Nunca se sabe se algum feiticeiro vodu já andou por ali reanimando uns cadáveres.

Photo: Christian y Sergio Velasco

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2) Estados Unidos

Photo: jmm (Flickr)

EUA? Você enlouqueceu? Salvo poucas exceções, os maiores (e mais verdadeiros) filmes de zumbis acontecem nos EUA: A Noite dos Mortos-Vivos, O Dia dos Mortos, A Madrugada dos Mortos, Resident Evil, et cetera.

Photo: Cory Doctorow (Flickr) / Painting: Grayson Coffee

Apesar do país ser gigantesco, mais cedo ou mais tarde eles vão encontrar você. Principalmente se você for para alguma cidade grande ou algum dos estados do sul, onde o vodu também é praticado.

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3) Europa, Ásia e África

Photo: jasohill (Flickr)

Esqueça estes continentes. Eles são habitados há milênios e já passaram por uma pá de guerras. O que tem de morto lá não é brincadeira, meu amigo. Certamente já estão tomados por zumbis.

Photo: Philippe Leroyer (Flickr)

Photo: lush-design (Flickr)

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5) Argentina

Desde aqueles 4 X 0 para a seleção alemã na África do Sul, a Argentina tem 40 milhões de zumbis vagando pelas ruas. Esqueça. Você nunca mais vai comer alfajores na sua vida.

Photo: Sebastian Dario (Flickr)

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Agora vamos aos lugares para onde você DEVE IR.

Ilhas são os locais mais indicados. A princípio, zumbis não nadam nem pilotam barcos. Mas quem garante que eles não vão aprender? Por isso também vale a dica: quanto mais longe da costa, melhor.

Photo: M. V. Jantzen (Flickr)

Procure lugares isolados e nunca antes habitados, para evitar que haja pessoas sepultadas.

Se não encontrar nada assim, escolha destinos com poucos habitantes e cemitérios pequenos. Com boa pontaria e munição suficiente, você consegue dar conta de algumas dezenas de zumbis.

Photo: Zanthia (Flickr)

Importante: sua ilha precisa ter solo fértil ou abundância de peixes. Você vai ter que passar o resto da vida ali. É fundamental ter comida.

Vamos aos locais que encontrei:

1) Ilha Pirâmide de Ball

Photo: Fanny Schertzer (commons.wikimedia.org)

Coloco a mão carcomida de um zumbi no fogo: a ilha Pirâmide de Ball é o refúgio mais UAU! para os sobreviventes.

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Ela fica longe de tudo, entre a Austrália e a Nova Zelândia. Hoje, esta pedra gigantesca é um parque natural protegido pelo governo australiano, que não permite desembarcar ali.

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2) Ilha Foula

Photo: c41um (Flickr)

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Apesar de ser bastante gelada no inverno (fica no norte da Escócia), Foula é uma ótima opção. É linda, tem solo fértil e até abrigo, já que é habitada por mais ou menos 30 pessoas (don’t worry, vocês darão conta dos zumbis).

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3) Ilha Pitcairn

Photo: M J Patterson (Flickr)

Já pensou viver em paz e sem zumbis em plena Polinésia? Então voe para a ilha Pitcairn.

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Sol, céu azul, isolamento total e apenas 50 habitantes.

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4) Ilhas Palmyra

Photo: U.S. Fish & Wildlife Service Pacific Region's (Flickr)

Photo: U.S. Fish & Wildlife Service Pacific Region's (Flickr)

Mais uma opção para quem gosta de calor, sol e solidão. Fica entre o Havaí e a Samoa Americana.

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Tem até pista de pouso, construída pelo governo americano durante a Segunda Guerra e nunca foi habitada. Perfeita.

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5) Sealand

Sealand é uma nação fictícia criada por um inglês excêntrico em uma base naval britânica a 10 km da costa do país.

Photo: Casey Hussein Bisson (Flickr)

Não é exatamente um destino bonito, mas certamente é o mais seguro: é isolado e bem acima do nível do mar, mesmo que os zumbis aprendam a nadar, também terão que aprender a levar escadas.

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Nunca teve cemitérios e a população é de 20 malucos.

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6) Ilha Bouvet

Photo: Carl Chun (commons.wikimedia.org)

Em um apocalipse zumbi ninguém tem muito tempo para escolher onde se refugiar. Por isso não reclame se o único lugar que você conseguir for a ilha Bouvet.

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Em certos aspectos ela é perfeita: é considerada a ilha mais remota do mundo e totalmente desabitada. Mas é coberta de gelo e fria como a Antártida. Leve um casaco.

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7) Ilhas Trindade e Martin Vaz

Photo: john.vergari (commons.wikimedia.org)

Ótimas opções e as mais próximas da costa brasileira. Ficam a 1200 km de Vitória (ES) e são separadas por 48 km de mar entre elas.

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Lado negativo: existem 32 militares vivendo por lá.

Sabe como é: trinta homens no meio de uma ilha. Talvez você tenha que fazer favores para ser aceito/aceita. Melhor que ser comido por zumbis, não?

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8 ) Ilha Nova Amsterdã

Para os amantes da França, uma ilha isolada que faz parte do país.

Ilha Nova Amsterdã

A Ilha Nova Amsterdã (ou apenas Île Amsterdam) fica no Oceano Índico. É desabitada e tem solo bom para fazer a sua horta. Se bobear, você até planta umas uvas para fazer vinho e comemorar a sobrevivência em grande estilo.

Ilha Nova Amsterdã

http://commons.wikimedia.org

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Pronto. As dicas foram dadas. Agora salve a sua vida.

O Que Eu Fiz Nas Ferias

Pesquisinha

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Como se não bastasse o pessoal da segurança dos aeroportos enchendo você de perguntas, agora vem o ISEFU (Instituto Gabriel Prehn Britto de Pesquisas Sem Fundamento Científico) com mais uma pesquisa.

Photo: hexodus (Flickr)

Mas eu juro que é com uma pesquisinha rápida. São apenas 4 perguntas facílimas e indolores. Nem precisa usar luvas.

Para participar, é só clicar aqui embaixo, ó:

QUERO RESPONDER

Clica, vai. Sua opinião é muito importante para nós.

Valeuzão.