Asia

Mundão

(Atenção: este blog foi aposentado. No lugar dele, surgiu o Gabriel Quer Viajar. Vá lá. É muito mais bonito e tal.)

Já que citei o Tourzão no post abaixo, aqui vai a lista dos países centro-asiáticos terminados em ÃO:

Azerbaijão

Cazaquistão

Quirguistão

Tadjiquistão

Turcomenistão

Uzbequistão

Asia Central

Mas se você for um viajante puritano e quiser fazer o tour completo, visitando todos os países terminados em ÃO no mundo, inclua também:

Afeganistão

Butão

Gabão

Ilhas Salomão

Japão

Paquistão

Sudão

Caso você queira abrir uma excessão para países terminados em ÃO no plural, não se esqueça do nosso querido Camarões.

Roger Milla

E se você for fã do Saramago, radicalmente contra o Acordo Ortográfico ou simplesmente português, inclua no seu roteiro o Irão.

Irão, ora pois

Para finalizar: não, isso não tem nenhuma relação com aquele comercial chato do suposto cervejão. Obrigadão.

Mundão

Asia

Os últimos serão os últimos

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Não mudei minha teoria de que qualquer lugar do mundo tem algo que faz valer uma viagem. Mas dia desses me peguei pensando nos lugares que ficariam no fim da minha lista de desejos, aqueles que eu deixaria para conhecer só depois de ter visitado praticamente todos os outros possíveis.

Acabei em um resultado que deve encontrar opositores ferrenhos, decepções com este pobre aprendiz de viajante, ameaças de morte e xingamentos pesados. Tudo bem, respeito opiniões diferentes e os amantes destes destinos podem me avacalhar à vontade. Só peço que deixem minha mãe de fora dos insultos, ok? Grato.

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Antepenúltimo: Itália

Toma!

Oooh! Supremo sacrilégio! Sim, eu sei. A Itália é pura história e tem mais atrações do que gente bebendo espresso (com S, grafia italiana). Mesmo assim, não tenho esse fascínio todo pela bota. Talvez seja birra por não ter passaporte italiano, trauma pós-Copa 82 ou alguma repulsa ao sotaque do Tony Ramos na novela, não sei. Minha mulher tem muita vontade de ir, e eu já disse que podemos combinar uma viagem separados e nos encontrar em outro país. Enfim, scusa. Se ameniza a decepção, saiba que eu adoro pizza.

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Penúltimo: Paquistão

Paquistão

É uma pena, porque eu adoraria fazer o “Tourzão” (o passeio pelos países centro-asiáticos que terminam em ÃO). Mas o Paquistão não me apetece, ainda mais com os problemas de violência mais recentes. Para piorar, sempre me pareceu a cara do último colocado desta lista, o que não ajuda em nada.

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Último: Índia

Raj

Que os deuses hindus me perdoem pelas palavras a seguir: não tenho atração pela Índia. Um dia eu irei, claro, mas hoje a vontade de embarcar para Mumbai & Cia. é zero. Até me sinto atraído por alguns pontos do país, como Goa e Dharamsala, mas o resto não tem nenhum apelo sobre mim. Nem mesmo o curry. Nem o Taj Mahal. Nem mesmo o Ganges. Nem mesmo o meu querido Raj Koothrappali.

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Alguém se anima a fazer um Por Que Pra Lá? destes lugares para me convencer a ir antes de todos os outros?

França

Début na Torre Eiffel

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Primeira vez em Paris?

Então vou dar uma dica simples que vai fazer a sua primeira visão da Torre Eiffel ser inesquecível.

(Ok, a primeira visão da Torre Eiffel é inesquecível para qualquer ser com um mínimo de sensibilidade turística. Mas seguindo esta dica, esta visão inesquecível vai ter um clímax grandioso.)

1) Depois de passar no hotel/albergue/apartamento para fazer check-in e aquele xixizinho básico, procure a estação de metrô mais próxima e enfie-se dentro dela.

Metrô

2) Devidamente autorizado a passar pelas roletas, veja quais conexões você precisa fazer para descer na estação Trocadéro (linhas 9 e 6).

Linha 9

Linha 6

>>> ATTENTION, S’IL VOUS PLAÎT: se por acaso o seu trem for de alguma linha que passa pela superfície, é grande a chance de você acabar vendo a Torre (ou um pedaço dela) antes de chegar em Trocadéro, o que coloca toda esta dica por água abaixo. Culpe a RATP por estragar a surpresa. <<<

3) Chegando na estação Trocadéro, desça do trem e procure a placa que indica a saída para o Musée National des Monuments Français.

Ali, no círculo vermelho

4) Suba as escadas e siga em frente, mantendo o Théâtre National de Chaillot e o Musée National des Monuments Français à sua esquerda. Caminhe um pouco e, quando o prédio acabar, olhe para a esquerda.

5) Voilà! Pode se urinar feito um filhotinho de cachorro, porque você está de frente para a Torre Eiffel.

Sua primeira vista

Fale a verdade: ela não é maior do que você imaginava?

P.S. Fazia um tempão que este post estava na minha cabeça, mas eu esqueci de anotar as coordenadas na última vez que fui a Paris e não conseguia encontrar orientações confiáveis na internet. Até que, depois de muita pesquisa, achei um texto que explicava exatamente o que eu queria. É este aqui. Se você vive em Paris e percebeu algum erro, por favor, me avise que eu mudo a dica. Merci.

Cias. Aéreas

O Colecionador

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Skatistas colecionam hematomas, raios-x de fraturas e coisa e tal.

Ricos colecionam o que quiserem, porque são ricos.

E viajantes colecionam o quê?

Fulano de Tal (nome fictício, para proteger a identidade do entrevistado), que já carimbou seu passaporte em russo, islandês, colombiano e muito mais, escolheu colecionar folhetos de segurança de companhias aéreas. Ao longo de duas décadas de voos, já arrecadou uma quantidade invejável de folhetos e segue em busca de mais.

Fulano de Tal, protegendo sua identidade

Mas Fulano não está sozinho na sua cleptomania aérea. Este tipo de coleção tem muitos adeptos no mundo. Basta uma pesquisa na internet para encontrar uma penca de viajantes que fazem o mesmo, inclusive com grupos especializados no assunto e sites exibicionistas.

Os Suspeitos

Com a condição de não ser exposto (para evitar as terríveis represálias de companhias aéreas), Fulano aceitou falar a O Que Eu Fiz Nas Férias com exclusividade, bebendo cerveja em sua cobertura com piscina em Porto Alegre. Uma entrevista bombástica, que também revela como funciona a sua rede de viajantes-colaboradores.

Vem comigo!

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OQEFNF: Por que colecionar folhetos de segurança de voos?

FULANO DE TAL: Porque gosto de ver como cada companhia aérea apresenta as mesmíssimas instruções. O roteiro de cada folheto é exatamente o mesmo, mas cada empresa pensa numa forma diferente de mostrar aquilo. É uma mistura de publicidade com informação.

Antes de dizer "segurança" em islandês, você já está morto

Marilyn Manson, é você?

OQEFNF: Como foi o início da coleção?

FULANO DE TAL: Peguei o primeiro folheto na minha primeira viagem. Mas a ideia de colecionar começou na segunda viagem. Também tenho alguns sacos de vômito - não usados, claro.

Os russos

OQEFNF: Qual é o tamanho da coleção hoje?

FULANO DE TAL: Mais ou menos assim, ó. (Mostra uma pilha imaginária de aproximadamente 30 cm de altura.)

OQEFNF: É difícil manter a coleção?

FULANO DE TAL: É. Dependo muito de amigos que viajam para lugares exóticos. Às vezes passo mais de um ano sem receber nada. Mas tenho amigos que gostam muito de contribuir. Um amigo, por exemplo, sempre me envia um envelope com os folhetos que coleta nas viagens. Ele nem se identifica no envelope. Eu apenas recebo no trabalho e já sei que é dele.

Fidel Airlines

OQEFNF: A coleção é apenas de folhetos de companhias aéreas diferentes ou você também tem folhetos de companhias repetidas, mas de tipos de aviões diferentes?

FULANO DE TAL: As duas coisas. Vale companhias estranhas, de países distantes, e folhetos de modelos de aviões diferentes, não importando a companhia.

OQEFNF: Qual a história mais bizarra destes folhetos?

FULANO DE TAL: Eu tenho um folheto de um avião que caiu. Era da West Caribbean, uma companhia aérea colombiana. Voei com eles, peguei o folheto e, alguns anos depois, vi que aquele avião, o único daquele modelo na companhia, havia caído. Dá para dizer que eu salvei a vida daquele folheto.

O folheto salvo do pior

OQEFNF: Qual é o seu folheto preferido?

FULANO DE TAL: Um da Canadian Airlines. Não é o folheto de uma companhia aérea de um país remoto, mas é o favorito porque apresenta cada instrução com um personagem diferente, que não tem nada a ver com o contexto. É surreal. Tem uma bailarina, um palhaço, um pedreiro, um sujeito de fraque e cartola.

Elegância é tudo

Macho Man

Plié de emergência

OQEFNF: Qual é o folheto mais tosco?

FULANO DE TAL: O folheto da Air Fiji. É um xerox plastificado.

Xerocão

OQEFNF: Você tem medo de represálias de companhias aéreas?

FULANO DE TAL: Sim. Tenho medo que eles cancelem minhas milhas ou sempre me coloquem no assento do meio.

O Que Eu Fiz Nas Ferias

Morarforafobia

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O Instituto Gabriel Prehn Britto de Pesquisas Sem Fundamento Científico pergunta: o que impede você de viver um tempo fora do Brasil? Que medos, dúvidas e receios você tem?

Mê-dô!

Responda na caixa de comentários. Não precisa se identificar, se não quiser.

Agradecemos a atenção. Sua opinião é muito importante para nós.

Fenômenos Naturais

Atrás dos próximos eclipses

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A Espanha campeã mundial não foi o único fenômeno natural deste domingo, 11 de julho. Enquanto a maior parte do planeta via holandeses e espanhóis perdendo uma penca de gols feitos, alguns olhavam para o céu atrás do único eclipse solar total de 2010.

O Ricardo Freire era um destes sortudos que estavam no trajeto do eclipse, mais precisamente na Ilha de Páscoa (não deixe de ler o relato dele).

Foto: Boston Big Picture

Pois me empolguei tanto com o post que fui atrás de um calendário de eclipses. Encontrei um da Nasa, com a lista de datas dos fenômenos até o ano 2050 (e depois a Tati Akamine deu a morta do Eclipse Chasers, muito mais fácil, didático e cheio de dicas de fotografia).

Foto: Pedro Ré

Para facilitar a sua vida de viajante e amante destas loucuradas que a natureza nos proporciona, aqui está a lista dos eclipses totais, anulares e híbridos nos próximos 10 anos. Escolha um e comece a se programar. Se o mundo não acabar em 2012, você tem tempo.

20 de maio de 2012 - Anular: China, Japão, Pacífico e oeste dos EUA

13 de novembro de 2012 - Total: Austrália e sul do Pacífico

10 de maio de 2013 - Anular: Austrália Ilhas Salomão e centro do Pacífico

03 de novembro de 2013 - Híbrido, com total no Atlântico e no centro da África

29 de abril de 2014 - Anular: Antártida

20 de março de 2015 - Total: Atlântico Norte, Ilhas Faroe e Svalbard

09 de março de 2016 - Total: Sumatra, Bornéu, Sulawesi e Pacífico

01 de setembro de 2016 - Anular: Atlântico, centro da África e Madagascar

26 de fevereiro de 2017 - Anular: Pacífico, Chile, Argentina, Atlântico e sul da África

21 de agosto de 2017 - Total: norte do Pacífico, EUA e Atlântico

02 de julho de 2019 - Total: sul do Pacífico, Chile e Argentina

26 de dezembro de 2019 - Anular: Arábia Saudita, Índia, Sumatra e Bornéu

21 de junho de 2020 - Anular: centro da África sul da Ásia, China e Pacífico

14 de dezembro de 2020 - Total: sul do Pacífico, Chile, Argentina e sul do Atlântico

Eclipse para adolescentes

São Paulo

Lugares de São Paulo

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Hora de dar o serviço sobre as peripécias de Viajante Opanka em São Paulo. Anota aí. E se tiver outros lugares imperdíveis para indicar, fique à vontade na caixa de comentários.

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Gebran

É o restaurante árabe onde almocei no primeiro dia por lá. Fica na muvuca da 25 de Março, no andar de cima de um sobrado. Perfeito para ficar na sacada vendo a movimentação do povaréu. Bata um papo com o proprietário, o grande Jorge Ghachache. Figuraça, filho de sírios, conhece toda a história da região. Dica: vá durante a semana. Segundo o seu Jorge, o Gebran lota no sábado e no domingo.

Povo de cima

Rua Comendador Abdo Schain, 116 - Centro - Telefone 11 3227 8636

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Ibotirama

Segundo uma reportagem emoldurada e pendurada em uma das suas paredes, o Ibotirama é “o bar mais disputado da Augusta. É mais fácil conseguir uma entrevistas com o Papa do que mesa lá na sexta-feira à noite.”

Ainda bem que eu fui numa terça.

Foto de Ariel Martini (Flickr)

Rua Augusta, 1230 - Consolação - Telefone 11 3205-2247

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Rancho Nordestino

Especialidades da casa: baião de dois, carne de sol, sarapatel, casquinha de siri, sururu, caldo de mocotó, fava com jabá e as melhores pingas do nordeste. Não precisa dizer mais nada.

Rancho Nordestino

Rua Manoel Dutra, 498 - Bela Vista - Telefone 11 3106 7257

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Almeida’s Moto Bar

É impossível um viajante não amar esse lugar, criado pelo Almeida para reunir os amigos motociclistas. As paredes são cobertas com fotos das aventuras do pessoal e o teto é coberto com souvenires que eles cataram nas suas andanças. Quando crescer, quero ser que nem o Almeida. Ah, peça uma vaca atolada.

Almeida's

Rua Humaitá, 134 - Bela Vista - Telefone 11 3115-0242

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Rainha do Mercado

O pastelzinho de carne seca é de chorar no cantinho do Mercado Pinheiros. Leve fio dental, porque a carne preenche cada espacinho livre entre seus dentes.

Rua Pedro Cristi, 89 - Box 77 - Mercado Municipal de Pinheiros

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Beco do Batman

Qualquer pessoa que trabalhe ou goste de arte tem o dever de dar uma passadinha lá. Inspirador.

Paredón

Uma casa

Rua Gonçalo Afonso - Vila Madalena

Viajante Opanka

Novo companheiro de viagem

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Depois de 12 dias com um smartphone emprestado pela Opanka para que eu pudesse ficar on-line durante o reinado como Viajante Opanka, confesso que foi difícil voltar ao meu telefoninho de sempre. Já estava me acostumando com ele de novo, quando recebi a surpresa abaixo.

Caixinha chique

Mensagem bonita

Presente desejado

Sim, ganhei um lindo iPhone 3GS! E não é nem o usado que me acompanhou pelo Brasil, é um novinho, zerinho (que na foto tá sem o plástico porque eu não resisti e abri antes de fotografar).

As próximas viagens prometem ser muito mais tuitadas.

Camboja

Livros, motos e arrependimentos

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Comprar livros em viagens é um saco. Eles pesam, ocupam espaço, viram uma chatisse sem alça e sem rodinhas. Quando você se apaixona por um, o ideal é verificar se o livro existe na Amazon e deixar para encomendar quando estiver em casa, sem impostos e provavelmente com um preço mais amigável, praticado longe de lugares turísticos.

Porém, tão chato quanto comprar livros em viagens é anotar os nomes deles para comprar na Amazon, deixar para depois, deixar para depois, deixar para depois… e nunca mais comprá-lo. Infelizmente, foi o que fiz com o Bikes of Burden, que descobri em Hanói.

Bikes of Burden

Uma das características mais marcantes do Vietnã é a quantidade de motos carregando as bagagens mais bizarras que você nunca nem imaginou que pudessem ser levadas sobre duas rodas. O Bikes of Burden (“Motos de Carga”, em uma tradução simples), do fotógrafo Hans Kemp, é o registro visual mais completo desta tradição vietnamita. Dá uma olhada em algumas imagens do livro:

Hans Kemp

Hans Kemp

Hans Kemp

Hans Kemp

Hans Kemp

Não é sensacional? E escrevendo este post, ainda descobri que ele lançou o Carrying Cambodia, com mais ou menos o mesmo assunto, mas com fotos tiradas no vizinho Camboja.

Alguém aí topa fazer uma encomenda conjunta para dividir o frete?

Brasil

Um caos de atrações

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Férias em São Paulo?

Aquela cidade caótica, que sempre aparece nos telejornais com filas de luzinhas vermelhas e amarelas dos carros engarrafados? Que lembra poluição, estresse, correria, PCC, Maluf e Tietê?

Foto: claytondesouza_tl

Quase ninguém pensa em gastar seus dias de descanso em um lugar assim.

Na verdade, apenas 10% dos quase 12 milhões de visitantes que São Paulo recebeu em 2009 foram para a cidade atrás de lazer. A maioria foi mesmo para negócios, eventos, business e money, money, money.

Nada contra o money (pelo contrário), mas a capital dos paulistanos merece ser visitada por motivos muito menos financeiros do que acontece hoje.

Desconfiei disso em 2003, quando resolvi passar minhas férias por lá. Somei 1 + 1 e concluí: se a gente atravessa oceanos para conhecer metrópoles como Nova York, Frankfurt e coisa e tal, por que não conhecer a metrópole que fica aqui dentro mesmo?

Fiquei 10 dias entre todos os problemas que citei ali em cima. Mas também entre lugares lindos, bares sensacionais, exposições maravilhosas (estava rolando aquela dos Guerreiros de Xi’An, o que me permitiu realizar um sonho de viajante: ver as famosas estátuas de terracota), lojas incríveis e restaurantes de chorar no cantinho.

Banespa

Fiquei feliz de saber que voltaria para lá como Viajante Opanka. Se eu já havia amado a maior cidade do Brasil no estilo turistão, tinha tudo para querer casar com ela depois de passar alguns dias guiado por um cicerone que me levaria em algumas ótimas atrações escondidas.

Não deu outra. Já no segundo dia eu estava ligando para a minha mulher dizendo “Temos que passar um feriado aqui!”.

São Paulo é um universo de atrações. É impossível passar um dia sem descobrir algum lugar marcante, seja ele um prédio lindíssimo ou um botequinho antigo por onde Adoniran Barbosa provavelmente passou.

Mestre

Vou esperar que todos os vídeos do Viajante Opanka sejam publicados, para então registrar aqui os endereços e as dicas que peguei por lá.

Aguarde, mas vá reservando a passagem. Palavra de viajante chato: você não vai se arrepender.