Brasil
Campanha por wi-fi gratuito em hotéis
Ultimamente tenho viajado com certa frequência para São Paulo a trabalho. Como geralmente eu preciso usar a internet nos hotéis por lá, acabei conhecendo uma prática do mercado que achei bizarra: a cobrança pelo acesso à web.
No Mercure, por exemplo, a rede de hotéis na qual fico nestas viagens, 24 horas de acesso à internet por cabo ou wi-fi custam absurdos 12 reais.
Na primeira vez que vi isso, me lembrei de um post em que Ricardo Freire traduziu um artigo de Jeremiah Owyang dizendo que cobrar por acesso à internet é como cobrar pela energia elétrica. Concordo muito. É incrível que empresas grandes como estas redes hoteleiras não tenham percebido que acessar a internet não é mais um capricho, é uma necessidade. Cobrar por acesso a ela é completamente absurdo.
Mais incrível ainda é pensar que a maioria dos hotéis baratésimos onde me hospedei na viagem de 2008 ofereciam internet gratuita aos hóspedes. Até mesmo o hotel mais bagaceiro do Vietnã, que me cobrou nada mais que 15 dólares por um quarto de casal com ar-condicionado e banheiro privativo, tinha seu computador à disposição dos clientes.
Por isso, entrei na campanha lançada pelo blog Lady Rasta: na medida do possível, só ficarei hospedado em hotéis que ofereçam wi-fi de graça. Ou que tenham, no mínimo, computadores disponíveis no lobby ou em outro lugar.

Entre nessa campanha também. Espalhe o selo por aí.
A propósito, hoje embarco para Brasília, onde passarei o fim de semana. Mesmo que não conheça nada da cidade, não vou com a intenção de fazer turismo. Mas se rolar de visitar algum lugar e fazer algumas fotos, postarei aqui.
- Gabriel Prehn Britto


