República Tcheca

Vem logo, pô!

Tá com saudade daquele amigo que mora longe e que nunca vem te visitar? Aquele crápula que há quatro anos promete que vai aparecer, mas que na última hora sempre troca alguns dias na sua cidade por dias em outra que ele ainda não conhece? Então experimente o Please Visit Me, um site que te ajuda a convencer essa pessoa que você insiste em chamar de amigo, inclusive indicando os valores de passagens entre a cidade dele e a sua. Se for preciso, dá dicas de hotéis também.

A propósito, a descrição do “amigo” acima é a minha. Afinal, faz 4 anos que eu prometo para a minha amiga que vou para Praga, mas sempre troco a capital tcheca por outro lugar desconhecido. Aliás, trocava.

República Tcheca

Happy whatever

Se eu estivesse na República Tcheca, hoje teria festinha no fim do dia. Tudo porque o nome do dia 24 de março é Gabriel. Ou seja: hoje é o dia do meu nome. Êêê!

Para entender um pouco o que isso significa, dê uma lida nesse post que fiz há um tempo. E depois, diga “happy whatever” para mim, porque eu não tenho ideia do que se diz para uma pessoa no dia do seu nome.

Asia

Sobra curiosidade, falta educação

Falei sobre isso no espaço dedicado à viagem à Ásia neste site, mas acho que vale a pena falar de novo aqui, pra que mais pessoas possam ler. É sobre o ritual da Coleta de Almas que acontece em Luang Prabang e, pelo que sei, em outros lugares budistas também. Por ser um ritual muito bonito, é lógico que ele atraia uma penca de turistas. É isso que acontece na pequena cidade laosiana. Antes das 6h da manhã, as ruas estão atrolhadas de estrangeiros segurando máquinas fotográficas e procurando o melhor lugar para fazer o registro. O problema é que muitos acabam esquecendo que o que eles estão vendo é um ritual religioso e que, como tal, precisa ser tratado com educação. Não é difícil ver gente com as câmeras nas caras dos monges, atrapalhando descaradamente. Cheguei a ver cartazes espalhados pela cidade pedindo que as pessoas tratassem a Coleta com respeito, mas parece que não adianta.

Luang

Por isso resolvi colocar um link para este post, escrito pela jornalista Adriana Setti, que está na Ásia neste momento e vem colocando relatos ótimos sobre a sua viagem. Ela fala justamente sobre algumas normas de conduta que deveriam ser seguidas pelos estrangeiros.

Tomara que pelo menos os brasileiros as sigam.

Espaço

Meu herói

De uma forma ou de outra, todas as viagens que quero fazer na vida são especiais. Mas algumas estão em um patamar mais elevado nos meus desejos, por motivos que não vêm ao caso agora. Quero muito ir para a Coreia do Norte, por exemplo, para a Antártida, para a Mongólia, para Myanmar e para alguns destinos antes de outros.

Porém, entre especiais, superespeciais, megaespeciais, nenhuma destas viagens se compara ao sonho maior, aquele praticamente inatingível: viajar até a ISS, a Estação Espacial Internacional, e ver a Terra do espaço. Posso estar errado, mas não imagino nada maior do que isso na categoria “emoções turísticas”. Sim, eu sou foda. Resolvi ter como o maior sonho de viagem uma que custa aproximadamente 20 milhões de dólares. Só para você ter uma ideia, o maior prêmio já pago pela Mega-Sena foi de R$ 64.905.517,65, em 1999. Em dinheiro de hoje, isso dá 28 milhões de dólares e uns quebrados.

É, pois é.

Por esse motivo, acabei de eleger o meu herói de viagens: Charles Simonyi.

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Quem é esse cara? Um milionário húngaro, que fez fortuna com a Microsoft. Ele foi o quinto turista espacial da história. E mais do que isso, vai ser o primeiro a viajar não apenas uma, mas duas vezes para o espaço: Charles embarca para a Estação de novo em 26 de março. Certamente ele tem dinheiro de sobra, claro. Mas fale a verdade: mesmo com todo o dinheiro do mundo, quem se disporia a desembolsar 40 milhões de dólares em apenas duas viagens?

Eu, provavelmente. Mas até agora, só o super-Charles.

Cias. Aéreas

Rapper de bordo

Alguém ainda dá bola para as apresentações de segurança nos voos? Com esse comissário aqui embaixo apresentando, é impossível não prestar atenção.

Ok, é meio pagação de mico e talvez encha o saco depois de 3 voos, mas é divertido, ainda mais em férias onde é preciso fazer muitos voos.

Asia

Um ano depois

Neste fim de semana me dei conta que o início da viagem para a Indochina completou um ano. Desde sexta-feira à noite, venho lembrando de tudo que eu estava fazendo há 365 dias. As horas de espera em Paris. O vôo desconfortável até a capital tailandesa. Os primeiros contatos com uma cultura asiática. A primeira impressão do Camboja, sobrevoando Siem Reap e o primeiro dia de atividades turísticas na cidade, quando tirei essa foto que até hoje me diz muito sobre aquele povo:

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Sei que vai ser assim até o dia 13 de abril, um ano depois de pousar em Porto Alegre de novo. Seguidamente vou sentar na frente do computador e olhar fotos de acordo com o roteiro, me lembrando de cada canto.

A viagem não acaba quando termina.

Alemanha

Nas asas da Germanwings

Uma nova cidade fora de República Tcheca acabou de ser incluída na próxima viagem: Colônia, na Alemanha. Minha mulher tem uma grande amiga alemã e como elas não se veem há vários anos, resolvemos passar um fim de semana juntos.

Na verdade, esse post é só para dar uma dica de companhia aérea low cost por lá. Germanwings é o nome. Pelo que pesquisei na web, é uma empresa da Lufthansa, então acho que dá para confiar.

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Pensando bem, depois de ter voado Lao Airlines, qualquer companhia alemã é lucro.

Gastronomia

Ainda o Ronald McDonald

Via @chmkt, encontrei um post que reforça um dos pontos que me fazem comer em McDonald’s em viagens: a lanchonete americana é ótima para detectar peculiaridades das culinárias locais, porque cria sanduíches diferentes em cada lugar.

Para ficar em apenas um exemplo, dá uma olhada no McCurry indiano. Pão retangular recheado com milho, brócolis, cogumelos e pimenta-da-guiné, molho bechamel e cobertura de queijo. Nada de carne bovina. Só falta a Juliana Paes atendendo no outro lado do balcão.

Esse Mac deve fazer sucesso na Globo hoje em dia

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Para ver outros, vá direto ao site que fez essa seleção por mim.

Espanha

Um pequeno passo

Tudo bem, não é nada assim muito espetacular. Mas para quem gosta de fotografia e de turismo (e até mesmo pretende um dia ganhar a vida com isso), ter uma foto selecionada para um guia de viagens é uma felicidade, ainda que não receba nem um centavo por ela.

Foi o que acabou de acontecer comigo. A foto abaixo, que tirei em Barcelona, foi selecionada para o próximo guia Schmap sobre a cidade. O pagamento é crédito para meu nome e link para o meu Flickr.

De puta madre!

A Sagrada Família vista de La Pedrera