Guias

Sei que isso tá parecendo coisa paga, mas…

…não é. Antes fosse, porque seria bom ganhar uma graninha da PubliFolha para fazer propaganda dos guias deles, que eu não escondo de ninguém que acho bons, mas nada de excepcionais. São guias complementares aos Lonely Planet, porque mostram muitas fotos, mas deixam a desejar quando é necessário se aprofundar no assunto e nas dicas de hotéis/restaurantes/bares, já que dão preferência a lugares caros.

Enfim, acabei de descobrir que a PubliFolha está fazendo uma promoção de 30% de desconto nos Guias Visuais. Mas é só hoje, sábado, dia 28 de fevereiro de 2009. Pelo menos é o que eles dizem.

Clique aqui se você tiver alguma viagem programada e quiser aproveitar.

Amsterdã

Capítulo “Guias”

Normalmente eu compro os guias de viagem quando o destino é escolhido. Ou seja: beeem antes da compra das passagens e da definição do itinierário, o que é lógico, porque sem um guia é difícil decidir o que visitar e quanto tempo passar em cada lugar.

Mas nesta viagem para Praga, as coisas foram diferentes. Como eu já conheço o lugar, não pretendo comprar nada de lá. E como o outro destino é apenas uma cidade, Amsterdã, comprei o guia só agora, faltando apenas 2 meses para o embarque (mas quase três para chegar na capital holandesa).

Os guias comprados foram:

- “Amsterdã”, da série Rough Guide Directions, publicada no Brasil pela PubliFolha. Não sou muito fã da Rough Guide, mas como não queria um guia em inglês e não encontrei nada em português da Lonely Planet nem da DK, fui nesse mesmo. Aparentemente, é bom. Mas isso eu só vou saber quando estiver lá.

- “Guia Passo a Passo Amsterdã”, da PubliFolha. Um guiazinho menor, cheio de mapas, que resolvi comprar para ver se complementa o Rough Guide.

- “Guia Passo a Passo Berlim”, também da PubliFolha. Sim, Berlim. Como existe uma chance de um fim de semana por lá, comprei esse guia só para me orientar, porque eu já conheço a cidade também.

A princípio é isso. O capítulo “guias” do próximo relato do O Que Eu Fiz nas Férias já está encaminhado. Na volta eu conto se eles ajudaram ou não.

Asia

O prédio mais feio do mundo?

Perambulando pela web no carnaval, encontrei essa notícia sobre o prédio que foi eleito o mais feio do mundo. Fica em Pyongyang, capital da Coreia do Norte. Achei interessante saber que o prédio é considerado terrível até mesmo para o duro governo norte-coreano, que o apaga das fotos turísticas da cidade (quando na verdade deveria mostrá-lo, porque o prédio mais feio do mundo também é uma atração, não? Para mim, é.)

O hotel Ryugyong começou a ser construído em 1987, teve as obras interrompidas em 92 e agora está sendo levado adiante. Tem 105 andares, nada menos que 3 mil quartos e 5 restaurantes no topo.

Tudo bem, o prédio é feio pra caramba. Mas não perde para o que eu considero a construção mais horrível do universo: o prédio da agência central do Banrisul, na Praça da Alfândega, em Porto Alegre. Clica aqui embaixo e vê se eu não tô certo. E olha que a foto que encontrei nem é das piores.

Esse, sim, merece ser apagado de qualquer foto.

República Tcheca

O teatro dos tchecos

Um dos lugares que eu considero os mais lindos de Praga é um teatro onde eu nunca entrei. O Narodní Divadlo, ou Teatro Nacional, é essa coisa maravilhosa aqui embaixo, que sempre me lembrou uma gigantesca bolsa Louis Vuitton. Sério, nunca consegui olhar para ele, fosse de dia ou de noite, sem lembrar da marca. E é praticamente impossível não enxergá-lo estando em qualquer ponto alto da cidade, porque a cúpula chama muito a atenção.

O Nardoní Divadlo tem uma história longa, óbvio. Começou em 1844, quando os tchecos resolveram que queriam ter um teatro construído e mantido por eles próprios. De lá até a construção e inauguração, em 18 de novembro de 1883, foram 39 anos arrecadando dinheiro entre a população, enfrentando os austríacos, escolhendo projetos e decorações, apagando um incêndio e até abrindo extraoficialmente para eventos com figurões da política da época. A ópera criada especialmente para a ocasião foi Libuše, de Bedřich Smetana. Em 1977, ele foi fechado para reformas e reabriu em 1983, com a mesma ópera que marcou a abertura oficial, 100 anos antes.

Bom, 10 anos depois de vê-lo pela primeira vez, me parece que finalmente vou entrar no Teatro Nacional: há uma apresentação da ópera Libuše no dia 9 de maio. Nada melhor para a minha inauguração.

Narodní Divadlo (Teatro Nacional)
Narodní 2, Praha 1.
http://www.narodni-divadlo.cz/

República Tcheca

Burocracia versus informalidade tcheca

Ao mesmo tempo em que é a terra da burocracia (leia O Processo, de Franz Kafka e entenda por que eu digo isso), a República Tcheca também deve figurar no ranking dos lugares onde a informalidade reina. Mesmo que meu vôo para lá não passe nem perto da Espanha e sabendo tudo que tenho que levar para mostrar que não sou um imigrante ilegal, resolvi checar (no pun intended) com a embaixada do país em Brasília como eu poderia provar que tinha onde ficar em Praga, para não correr o risco de ser retido no primeiro aeroporto. Segundo o que pesquisei na web, pessoas que, como eu, vão ficar na casa de amigos, devem levar uma “carta-convite” redigida em delegacias do país onde o anfitrião vive. Porém, de acordo com a cônsul da República Tcheca em São Paulo, apesar do país fazer parte do Acordo de Schengen, não precisa tudo isso. Nas suas palavras:

“(…) pedem amigo mandar-lhes um email dizendo que vao ficar na casa dele com endereco, no caso policia perguntar voces podem mostrar email ou carta dele.”

Isso mesmo: um singelo e-mail.

Já pedi o e-mail para meus amigos, mas acho que vou levar algo mais também. Só por segurança.

República Tcheca

O Reino da Wallachia

Ao contrário do que o mundo pensa, a República Tcheca não é um único país.

Desde 1997, existe dentro dela o Reino da Wallachia, que conta com um rei, uma marinha composta por 40 canoas de madeira, uma divisão de Trabants dentro do seu exército e até um primeiro-ministro. George W. Bush foi cidadão do país por um tempo, mas teve seu green card cassado depois que invadiu o Iraque. Hoje, infelizmente, a Wallachia está dividida. Um antigo rei pede na justiça os seus direitos, enquanto o país é governado por outro.

Sim, isso tudo é uma grande bobagem, mais uma brincadeira dos tchecos com o seu país. Mesmo assim, pretendo visitar a Wallachia quando estiver por lá.

Para saber mais sobre esse reino, clique aqui para ver a matéria do G1 e aqui para ver a matéria da Radio Praha.

 

 

Amsterdã

Promoção Relâmpago de Guias de Viagem

Acabei de ver que a Publifolha está fazendo uma promoção-relâmpago de livros da editora. Tem livros com até 70% de desconto e já vi guias de viagem (como o Guia Visual de Praga, por exemplo) de R$ 72 por R$ 36.

Já que véspera de viagem é tempo de economizar, vale a pena passar lá e fazer o seu rancho de guias por um precinho camarada. Era o que eu estava fazendo até parar pra vir aqui escrever.

O site é o www.publifolha.com.br. Vai lá. Não sei até quando isso vai durar.

República Tcheca

Entry to Czechia

Dias desses escrevi para a embaixada da República Tcheca no Brasil, para esclarecer uma dúvida sobre a qual escreverei aqui mais tarde. Dois dias depois, recebi a resposta da cônsul do país em São Paulo. E como era o título do e-mail dela?

“Entry to Czechia”.

Sim. Tchéquia. Exatamente como disse o livro que mencionei logo aqui embaixo. Pelo visto, o nome já está sendo utilizado pelas autoridades do país.

Amsterdã

Um dos melhores momentos da viagem

Todo mundo que já se aventurou sabe que a viagem começa quando se decide sair de casa. A partir daí, a simples escolha do destino já faz parte do roteiro, porque é ali que a gente começa a sonhar com os lugares. Depois de decidido o itinerário, começam os estudos dos guias, a busca por dicas e a pesquisa de hotéis, uma parte maravilhosa, que dura muito tempo e nos faz conhecer o destino antes de desembarcar (algo que é fundamental para evitar decepções).

Porém, uma das melhores partes da viagem é a que eu estou vivendo agora: a compra das passagens. Claro que existe um lado burocrático na coisa toda, muitos minutos de musiquinha no ouvido (comprei a minha pelo call center da companhia) e muitas anotações pra não se perder nas informações. Mas depois que isso passa, receber a confirmação por e-mail e ver o roteiro definitivo na sua frente é sensacional.

Pois bem, minhas passagens para as próximas férias estão compradas. Embarco no dia 2 de maio direto para Praga, onde fico nada menos que 24 dias e meio mimando minha sobrinha, matando a saudade dos meus amigos (ou alimentando a saudade, como a minha amiga diz), bebendo cerveja, comendo queijo frito, acordando tarde ou cedo quando tiver vontade, viajando pelo interior do país (ou para fora, se quiser) e fotografando muito. Depois vou para Amsterdã, descobrir o que for possível na cidade em 4 dias e meio, e então voltarei para o Brasil.

Aí, vai ser hora de começar outra viagem.

 

Amsterdã

2009 - República Tcheca e…

Uma frase em um post anterior entregou que a próxima viagem não será exclusivamente para a República Tcheca. E não será mesmo. Eu e minha patroa decidimos que vamos aproveitar a passagem para conhecer uma cidade que queremos há tempos: Amsterdã. Será uma parada de uns 3 ou 4 dias, na volta. Para isso, atravessaremos o Atlântico nas asas da KLM, uma companhia sobre a qual eu sempre escutei elogios que, agora, espero confirmar. Na verdade eu já voei com eles, entre Praga e Lisboa, em 2001, mas não observei o serviço com olhos de chato, então pretendo fazer isso nas sei lá quantas horas em que estarei sob os seus cuidados.

E sobre Amsterdã? Estou louco para conhecer e já comecei a estudar a cidade. Aceito sugestões de hotéis bons e baratos.