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De volta à faculdade

Ontem descobri mais um daqueles testes de “conhecimento de viajante”, desta vez no site Viajologia. Não tive tempo de futricar no espaço para ler os textos e ver o que mais ele oferece, além do teste. Mas gostei da brincadeira que, segundo o autor, contou com a ajuda de viajantes experientes para ser formulada. Gostei da definição de “país íntimo”, aqueles países onde você já morou ou visitou mais de 6 vezes. No início achei que 6 vezes era muito, mas depois me dei conta que era um número bom. Também achei boa a explicação de que o viajante tem que se afastar do aeroporto/estação de trem para considerar que já esteve lá. E achei ótimo haver questões sobre experiências pessoais nas viagens, afinal, não adianta apenas ir para os lugares: é preciso ter emoções e sensações diferentes do normal, sejam elas um contato com uma tribo ou um passeio de balão.

Mas o que eu mais gostei foi que o site considera que viajar é tão enriquecedor quanto estudar. Ali, a experiência do viajante é comparada aos níveis de ensino. Quem viajou pouco, pode precisar de um pouco mais de milhas para receber um diploma de Ensino Fundamental, por exemplo. E quem já viajou muito e teve muitas experiências, pode ter o conhecimento equivalente ao de um Pós-Doutorado. Concordo muito com esse conceito. Não existe nada melhor que viajar para aprender.

A propósito, eu ganhei um diploma de Ensino Médio. Já posso ir para a faculdade de viajante.

Camboja

República Unesco

Entrar na lista de lugares considerados patrimônios culturais ou naturais da humanidade, elaborada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), é algo cobiçado por muitas cidades e países. Estar ali é a garantia de aumento do fluxo de turistas (e conseqüentemente, de dinheiro) e de verbas para a manutenção do local. Uma boa prova disso é a atual disputa entre Camboja e Tailândia pela posse das ruínas de Preah Vihear, um templo na fronteira entre os dois países, que já tinha sua nacionalidade cambojana discutida pelos tailandeses, mas que ganhou força depois que a Unesco o declarou patrimônio cultural.
A República Tcheca, obviamente, também cobiça ter patrimônios culturais. E nisso ela é muito boa: hoje o país tem 12 áreas na lista da Unesco (para se ter uma idéia, o Brasil tem 18). Cada uma fazendo a sua parte para atrair os quase 7 milhões de turistas que ela recebe a cada ano.
Veja a lista:

- Os jardins e o castelo de Kroměříž;
- O centro histórico de Český Krumlov;
- O centro histórico de Praga;
- O centro histórico de Telč;
- A vila de Holašovice;
- A coluna da santíssima trindade de Olomuc;
- O bairro judeu e a basílica de São Procópio, em Třebíč;
- O centro histórico de Kutná Hora, com a igreja de Santa Bárbara e a catedral de Nossa Senhora de Sedlec;
- A paisagem cultural de Lednice-Valtice;
- O castelo de Litomyšl;
- A igreja de São João Nepomuceno, em Zelená Hora;
- A vila Tugendhat, em Brno.

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Atualizaciones

Em breve, muito em breve, brevíssimamente (tá, nem tanto assim, afinal eu ainda tenho que trabalhar para sustentar essa brincadeira toda), o O Que Eu Fiz Nas Férias terá atualizações no seu mapa-múndi.

Uma delas será a inclusão de um ponto de exclamação no Brasil, mais precisamente em Recife, para onde eu fui de férias em janeiro de 2005.

Outra será a inclusão de Buenos Aires, para onde irei em dezembro. Depois de 4 visitas à cidade, me comprometi comigo mesmo que desta vez vou criar vergonha na cara, me dedicar a fazer umas fotos bonitas e escrever sobre o destino preferido dos brasileiros. Espero que até lá eu já tenha uma boa intimidade com a minha Nikon D70s, a minha primeira DSLR. Delícia.

 

República Tcheca

O Dia do Nome

Se por acaso você tiver seu passaporte verificado na entrada da República Tcheca e for brindado com um “parabéns!” pelo policial, não se anime porque você não ganhou nenhum concurso do tipo “a milésima pessoa a atravessar a fronteira hoje”. Simplesmente você vai ter chegado lá justamente no dia do seu nome.

Assim como em outros países europeus (e talvez em outras partes do mundo, sei lá), cada dia do ano é dedicado a um nome na República Tcheca.

É uma tradição antiga, que começou baseada no calendário dos santos católicos, mas que perdeu o cunho religioso e hoje é apenas mais um motivo para as pessoas comemorarem no ano, já que o Dia do Nome é uma espécie de aniversário, com direito a presentinhos, festinhas e, em se tratando de República Tcheca, bebedeira.

Photo: Arachide (Flickr)

Antigamente os pais não podiam escolher nomes que estivessem fora da lista para os seus rebentos. Hoje já é possível variar, mas ninguém quer que seu filho cresça com o trauma de não ter um dia para o seu nome, então as escolhas acabam caindo nas opções do calendário ou em algo equivalente em outra língua.

O meu nome é comemorado por lá no dia 24 de março. E o seu? Dê uma olhada nessa lista e descubra. Se bobear, você ainda tem uma festinha para fazer até o fim de 2008.